Um protagonista mequetrefe, que não sabe o que quer da vida, vai se apaixonando ao longo da vida e vivendo de suas "paixonites", até o fim da vida, sem ter vivido um amor real e duradouro.
Ele se apaixona por sua musa da infância, Silvia, mas vive um amor platônico por ela durante toda sua vida, um amor da infância de ambos e que não amadurece.
Depois ele se apaixona novamente por uma atriz de teatro, do interior, Adriana, que vai parar num convento e ao fim do livro, o leitor vem a saber que a mesma morre no convento.
E quando o protagonista mediocrezinho vai estudar em Paris, na capital, ele se apaixona de novo por outra atriz de teatro, mas nada persistente e de novo tal amor naufraga, aliás, nem flutua.
O fim do livro é uma visita do protagonista a Silvia, ora casada e com filhos, de quem ele se tornou muito amigo e ele leva Silvia e os filhos dela pra passear enquanto o marido, amigo de infância do protagonista prepara o almoço pra família e convidado.
Onde de nada se espera é de onde nada sai.
Autor francês, da era romântica, mas que não me acrescentou nada. O livro não dá pra chamar sequer de mediano, é fraco, enredo pífio, sem graça, sem sal, um verdadeiro xarope, aliás um porre com direito a ressaca. Fortemente não recomendo.