"Alguém me espera. Alguém me esperará para sempre, porque sou prisioneira da noite."
"Alguém me espera. Alguém me esperará para sempre, porque sou prisioneira da noite."

Henriqueta Lisboa, poetisa que marcou o modernismo a partir a década de 40,nasceu em Minas Gerais, 1901, e se tornou um dos grandes nomes da lírica moderna. Em sua bibliografia constam inúmeras obras, entre elas Velário (1936); Prisioneira da noite (1941); A face lívida (1945), dedicado à memória de Mário de Andrade, morto nesse mesmo ano; Flor da morte (1949); Madrinha Lua (1952); Azul profundo (1955); Nova Lírica ((1971); Belo Horizonte bem querer (1972); Pousada do ser (1982) e Poesia Geral (1985), coletânea de poemas escolhidos pela própria escritora, extraídos do total de sua obra, a qual foi publicada uma semana depois de sua morte.