O livro discute a condição humana não somente do saber, mas da organização do que se subentende primordialmente como a condição de civilização a se diferir dos demais animais, e onde sistemas governamentais ao pensamento comum que se subentende por controle e poder que nos remete necessariamente à psique humana como concausual de seus atos individuais e coletivos, sejam quais forem suas procedências mas como fundamento da razão e do lógico. Tal fundamento é da ‘alma’, ou seja, ‘espiritual’ num sentido etimológico, que são as fontes inevitáveis da oposição que dividiram toda a obra humana pelo Opus Scinnio babilônico e desde sua separação metafórica ou não de Deus, pelo existir de um conhecimento dual onde confronta-se a oposição funcional e anulativa. Criticando a sociedade fundamentada em valores de medidas preconcebidos estritamente em precedentes e paralelos negando-se a moral inerente ao propósito ausentando-se de sentido expresso pelo 'porque' como pergunta fundamental a filosofia, tanto quanto na religião onde a proposta é fugir ao capitalismo facista que industrializa por tais rótulos superficiais em contapostos a tudo, quando o verdadeiro aspecto vigente e regente se determina pelo elemento natural em todo o universo que é a informação como a seiva interagente entre as primordiais leis reativas em todos seus nivéis e escalas, do quantum á água, o universo é não mais do que dialogo, não imposição onde reside exatamente a oposição.
Manifesto da Oposição - Opus Scinnio (Opuscinnio)
Gerson Machado de Avillez
Independente
2011
52 páginas
1h 44m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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