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    A Taberna (Os Rougon-Macquart #7) -

    Émile Zola

    Editorial Paulista
    1933
    553 páginas
    18h 26m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.8
    8 avaliações
    Leram36Lendo10Querem126Relendo0Abandonos1Resenhas4
    Favoritos1Desejados126Avaliaram8

    "A Taberna" é um estudo psicológico das conseqüências do alcoolismo e prostituição. Acabando com as mortes devastadoras de vários personagens que não podiam suportar os encargos e dificuldades de suas próprias vidas.

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    Aécio de Paula04/12/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Taberna - Émile Zola

    A taberna é um romance, de 1877, que faz parte da série Rougon Macquart. Zola analisa o alcoolismo, a pobreza e a prostituição na França. Gervásia, uma lavadeira de roupa e coxa de uma perna, é a personagem principal da obra. Fora casada com Lantier, pai de Claudio e Étienne; depois ela casa com Coupeau, conhecido como Groselha Junior, pai de Naná. Neste livro, vemos apenas a infância dos filhos dela, mas eles serão personagens em outros romances. A degradação da família Lantier em cachaça e prostituição é uma crítica social ao segundo império da França, de 1852 a 1870. Zola era um republicano da extrema esquerda (seria psolista hoje?). Naquela época, a ideologia esquerdista se ocupava do operário. Essa obra fez grande sucesso e antecede germinal.

    5 curtidas

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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