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    A República -

    Platão

    Ediouro
    1990
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-10: 8500412739
    Português Brasileiro
    4.1
    4913 avaliações
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    Autor de vasta obra filosófica, Platão preocupou-se com o conhecimento das verdades essenciais que determinam a realidade e, a partir disso, estabeleceu os princípios éticos que devem nortear o mundo social. A República é uma das obras-primas de Platão. Nela o filósofo expõe suas idéias políticas, filosóficas, estéticas e jurídicas. Aqui se encontra a "Alegoria da Caverna", uma das mais belas passagens de toda a obra de Platão. O filósofo imaginou um Estado ideal, sustentado no conceito de justiça.

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    Clio picture
    Clio23/04/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Em tempos em que a discussão política permeia tudo e é quase impossível ver um meme, ler uma notícia ou mesmo sair na rua sem se deparar com meia dúzia discutindo, faz bem estudar um pouco do assunto em seus conceitos mais básicos. A República, também chamado Da Justiça, é um diálogo socrático escrito por Platão no século IV a.C. Nele temos um grupo de filósofos discutindo primeiramente sobre a validade da Justiça e da Injustiça. Só essa primeira parte já valeria a leitura do livro. O conceito atual de Justiça se confunde com a noção de Igualdade que por sua vez se mistura com a Democracia. Os três termos representam ideias totalmente diferentes, e aqui temos uma rica discussão ainda em seus primórdios. Mas a discussão sobre Justiça se desenvolve para a de Sociedade. A proposta descrita em A República é que a formação de uma cidade depende exclusivamente de seus cidadãos, então temos a maior parte do texto descrevendo e tentando definir o que é o cidadão perfeito. Esse não deve ser considerado unicamente como um termo político. O autor discorre sobre a formação dele como individuo em função da comunidade, moldando corpo e alma (parte do conceito platônico de dualidade) para melhor servi-la. Se dá então uma longa discussão sobre quais são as virtudes buscadas, os vícios a serem evitados, o que define alguém ou sua profissão, a forma como a própria análise é buscada. E é claro, conceitos como falta de ciências que suportassem tal empreitada - A parte que talvez seja a mais complexa do livro: a exposição de Platão do Mundo das Ideias e dos graus de conhecimento que depois será usada para definir o tipo de educação que formaria essa sociedade. A discussão se encerra referindo-se aos diferentes tipos de governo e a escolha mais adequada a essa cidade ideal. Convém, contudo, prestar atenção aos termos utilizados que podem facilmente se confundir com seus homônimos modernos. Não seria nem um pouco improvável que algum primeiranista ou leigo no assunto confundisse o Anarquismo grego com o de Trotsky. De fato, acho sempre complicado analisar o uso de termos em uma obra traduzida, especialmente porque não sei por quantas traduções e revisões o original passou. Mas posso dizer que embora linda, a edição da Nova Cultural não traz notas ou qualquer outro texto de suporte.

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