Allan Kardec - Bom Senso ou Contra-Senso?! -

    Erasto de Carvalho Prestes

    Editora ECO
    1986
    75 páginas
    2h 30m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Tese apresentada ao IX Congresso Brasileiro de Jornalistas e Escritores Espíritas - São Paulo 18 a 21 de abril de 1986. Erasto de Carvalho Prestes, nesta tese, critica e refuta a proclamação da F.E.B. que disse ser o Roustainguismo "um curso superior do Espiritismo". "Representa mais um passo nessa resistência histórica em favor da pureza doutrinária..." (Luiz e Eliana Fuchs) "É um livro forte, violento, contundente, que, possivelmente, causará celeuma nos arraiais espíritas."(Aureliano Alves Neto)

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    Maraysa Carvalho25/02/2011Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Allan Kardec foi o Bom-Senso encarnado!

    Me surpreendeu positivamente a leitura deste breve livro. Não imaginava que a FEB teve, como principais representantes, pessoas defensoras do Roustainguismo. Desconhecia, até então, o trabalho de Erasto de Carvalho Prestes, mas fiquei satisfeita com essa obra esclarecedora, de modo algum parcial, muito bem conduzida, com citações valiosas, com destaque às do saudoso J. Herculano Pires. A princípio eu também seria uma acomodada que deixaria de lado essa questão do Roustainguismo, mas esse livro me fez enxergar os riscos de ficar com braços cruzados. Roustaing foi, claramente, fascinado pelas Trevas. Passou bem longe de ter o critério científico, analítico, racional e sensato de Allan Kardec. Como pode a FEB ter sido tão cega e teimosa? Agora vou ter que ir atrás de saber como ficou essa situação, ocorrida na década de 80. Fiquei, não posso negar, muito contente com a reação imediata de grandes vultos do Espiritismo em defender a pureza doutrinária, sempre levando em conta que pequenos deslizes (ainda que esse não tenha sido um deslize 'pequeno'), podem levar a Doutrina ao ridículo, e esse foi o principal objetivo da obra de Roustaing, que muito ao contrário de complementar a Codificação, ia contra uma de suas mais importantes revelações, a de que Jesus não foi um agênere. Vale a pena ler!

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