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    Jorge Loredo - O Perigo do Brasil.

    Claudio Fragata

    Imprensa Oficial- SP
    2009
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788570607874
    Português Brasileiro
    4.7
    3 avaliações
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    Favoritos0Desejados3Avaliaram3

    Seu nome pode não ser tão famoso. Mas não há quem não conheça Zé Bonitinho, o homem de topete, flor na lapela e óculos, todos enormes, e bordões inesquecíveis. O livro retrata a história do ator e de seus outros vários personagens desde sua estréia no teatro, nos anos 50.

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    Luis Eduardo Souza Costa picture
    Luis Eduardo Souza Costa02/03/2011Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um tostão de sua voz.

    Em 1981, eu era um molecote de pouco mais de 6 anos e que se divertia com os programas "Reapertura"(ainda que não entendesse a lógicas das piadas políticas e sacanas) e "Alegria 81". A Velha Surda, defendida com brio por Rony Rios; o faxineiro, inesquecível criação de Tutuca; os vários tipos e imitações do craque Geraldo Alves; Maria Tereza; Consuelo Leandro, etc. Mas, para mim, a grande atração mesmo era aquele "galã", de óculos enormes e roupas espalhafatosas, que sacava uma mandioca a cada abordagem às beldades do programa. Foi a minha primeira lembrança de Zé Bonitinho, a criação mais célebre do genial Jorge Loredo, ainda hoje um representante autêntico da fase áurea do humor televisivo. O pequeno perfil publicado pela série Aplauso, escrito pelo jornalista Cláudio Fragata, resgata um pouco de sua longa e vitoriosa carreira. Em primeira pessoa, Loredo conta sem rodeios que boa parte de sua vida foi marcada por alguns dramas ocultos ao público pelo som das gargalhadas provocadas por seus personagens. O ator sofreu de Osteomelite por mais de 30 anos, o que o levava à constantes internações (que duravam meses), o afastando do trabalho na TV e no escritório (Loredo sempre manteve uma carreira paralela de advogado). Também não teve pudores ao revelar o seu problema com o álcool, superado graças à ajuda dos AA. Essa mini biografia joga um pouco de luz sobre um período fundamental na consolidação do humor em nossa TV: a passagem entre as décadas de 50 e 60, quando a TV Rio e (um pouco mais tarde) a TV Excelsior lançaram as bases de tudo que se faria no gênero pelos 30 anos seguintes. Jorge Loredo e seu Zé Bonitinho foram protagonistas dessa história.

    1 curtida

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    4.7 / 3
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Claudio Fragata profile picture

    Claudio Fragata

    Ganhador do Prêmio Jabuti 2015 na categoria Didáticos e Paradidáticos, é autor de dezenas de livros, entre eles o premiado Alfabeto Escalafobético (Editora Jujuba); Zé Perri: a passagem do Pequeno Príncipe pelo Brasil; Seis tombos e um pulinho: as aventuras de Santos Dumont; O voo supersônico da galinha Galateia; As filhas da gata de Alice moram aqui; O para sempre de Pedrina e Tunico (todos publicados pela Editora Record); O mal do Lobo Mau (Editora Positivo); A princesinha boca-suja (Editora Scipione), Jura? e Balaio de Bichos (Difusão Cultural do Livro); Uma história bruxólica e O tupi que você fala (Globo Livros); Adorada (Editora FTD); Histórias mal contadas (Editora Sesi-SP); Paca, tatu, cutia, sim! (Evoluir). Para a Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial, coordenada por Rubens Ewald Filho, escreveu as reportagens biográficas Jorge Loredo: o perigote do Brasil e Carmem Verônica: o riso com glamour. Também traduziu e adaptou várias obras para o público jovem, tais como Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne; Zero pra que te quero?, de Gianni Rodari (ambas pela FTD) e Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand (Scipione). Formado em Jornalismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), começou a carreira como estagiário de O Jornal da Tarde, em 1971. Passou por importantes veículos de imprensa, como Globo Ciência, Galileu e Gula. Como editor da Divisão Infantil e Juvenil da Editora Globo, desenvolveu, entre outros trabalhos, o projeto editorial dos Manuais da Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa. De 2000 a 2008, foi editor da revista Recreio, da Editora Abril, onde publicou dezenas de contos e poemas infantis de sua autoria. Recebeu o Prêmio Abril de Jornalismo pelo conjunto da obra. Com lançamento previsto para 2016, João, Joãozinho, Joãozito: o menino encantado João Guimarães Rosa (Galera Record) e Palmas para Picolina! (Sesi-SP). Além de escritor e poeta, Claudio Fragata também é professor de escrita criativa e realiza oficinas voltadas à produção de histórias infantis. Mora em São Paulo, na companhia dos gatos Fellini, Sushi. Filé e Mignon.

    27 Livros
    3 Seguidores
    Sáo Paulo, Brasil

    Claudio Fragata