Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas5
    • Leitores102
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Cartas Pônticas -

    Ovídio

    WMF Martins Fontes
    2009
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-10: 8578270436
    Português Brasileiro
    3.7
    23 avaliações
    Leram31Lendo3Querem68Relendo0Abandonos0Resenhas5
    Favoritos0Desejados68Avaliaram23

    No dia 20 de novembro do ano 8 de nossa era Ovídio recebe a sentença de seu exílio, onde sobrevive por quase uma década. A elegia desta fase prima pelo pranto, pela melancolia e pelas lamúrias mais patéticas. Assim são as 'Cartas pônticas', que apresentam ainda um aspecto inovador: a fusão bem definida dos subgêneros elegíaco e epistolar. O que as distingue, igualmente, é a presença constante de argumentos sempre atuais: a amizade, a filantropia, a solidariedade, a fidelidade, o direito de expressão, a imortalidade da arte, a função terapêutica da poesia, a sublimação do intelecto, entre outros. Tais epístolas harmonizam-se com os tempos modernos: suas mensagens se voltam às pessoas que, como o autor, se afligem com o isolamento, com a angústia e a depressão entre outros flagelos.

    Resenhas (5)Ver mais
    Gabriel Rua picture
    Gabriel Rua23/05/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Entre sofrimentos e alívios

    Ovídio foi condenado ao desterro, e até hoje ninguém sabe exatamente o porquê, existem apenas teorias e alguns motivos que podem ter ajudado na sentença, mas que não foram o principal motivo. Enquanto no exílio, Ovídio escreveu diversas cartas para diversas figuras, e encontrou na escrita um alívio para seus sofrimentos, mesmo tendo dito que escrever era inútil diante da situação dele, mas era o que o fazia esquecer do seu cruel destino. Exaltação à amizade, que por vezes é dita como o único motivo de alegria dele, a solidariedade, a fidelidade e críticas àqueles que o abandonaram, que não se esforçaram para ajudá-lo a sair daquela situação... Livro legal de ser lido, mas eu queria tanto saber o porquê de sua condenação, pois pela punição parace ter sido algo bem sério que até mesmo alguns amigos o criticam e dizem que a pena dele foi branda perante o que ele fez.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 23
    • 5 estrelas22%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas48%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas4%
    Publius Ovidius Naso profile picture

    Publius Ovidius Naso

    Publius Ovidius Naso, conhecido como Ovídio nos países de língua portuguesa (Sulmo, 20 de março de 43 a.C. — Tomis, 17 ou 18 d.C.) foi um poeta romano que é mais conhecido como o autor de Heroides, Amores, e Ars Amatoria , três grandes coleções de poesia erótica, Metamorfoses, um poema hexâmetro mitológico, Fastos, sobre o calendário romano, e Tristia e Epistulae ex Ponto, duas coletâneas de poemas escritos no exílio, no Mar Negro. Ovídio foi também o autor de várias peças menores, Remedia Amoris, Medicamina Faciei Femineae, e Íbis, um longo poema sobre maldição. Também é autor de uma tragédia perdida,Medeia. É considerado um mestre do dístico elegíaco e é tradicionalmente colocado ao lado de Virgílio e Horácio como um dos três poetas canônicos da literatura latina. O estudioso Quintili

    26 Livros
    61 Seguidores
    Itália, Império Romano

    Publius Ovidius Naso