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    Sangue de Coca-Cola -

    Roberto Drummond

    Geração Editorial
    2004
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-10: 8586028681
    Português Brasileiro
    3.5
    131 avaliações
    Leram264Lendo16Querem131Relendo0Abandonos31Resenhas5
    Favoritos10Desejados131Avaliaram131

    Ao contrário de certos autores contemporâneos, que imitam Rubem Fonseca e escrevem romances de personagens esquemáticos como se fizessem roteiros para cinema de consumo, Roberto Drumond não fazia concessões baratas - sem, no entanto, cansar ou aborrecer o leitor com outro extremo, o dos experimentalistas puros. Temos neste livro tudo aquilo que faz explodir as paixões humanas: a política, o sexo e o poder; o futebol; a arte; o sonho da utopia. E uma arrasadora independência de qualquer patrulha ideológica. Drummond tinha coragem para ver uma lágrima no coração (jamais no rosto) do mais abominável torturador, e um punhal traiçoeiro no punho oculto do mais desprendido cavaleiro da esperança. Senhor absoluto de seu enredo e de seu texto, burilava as palavras com arte de ourives, sensibilidade de pintor e pragmatismo de cineasta, e é assim que nos conduz, nos enleva, nos excita, nos tensiona e nos encanta. Assim se faz a grande arte. - Luiz Fernando Emediato - Editor

    Resenhas (5)Ver mais
    Rubens S picture
    Rubens S12/08/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Faz tempo que li esse livro e tudo que me lembro é que é bem psicodélico, passando por personagens que consumiram uma coisa ilícita num dia específico da história do Brasil.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 131
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas8%
    Roberto Drummond profile picture

    Roberto Drummond

    Roberto Francis Drummond (Ferros, 21 de dezembro de 1939 — Belo Horizonte, 21 de junho de 2002) foi um jornalista e escritor brasileiro. Participou da chamada literatura pop, marcada pela ausência de cerimônias e pela proximidade com o quotidiano. Antes de residir, a partir da adolescência, em Belo Horizonte, a família do escritor viveu em Guanhães, Araxá e Conceição do Mato Dentro. Na capital mineira, inicou no jornalismo na extinta Folha de Minas. Aos 28 anos, passou a dirigir a revista Alterosa, fechada pela Ditadura Militar em 1964. Durante um ano trabalhou no Rio de Janeiro, retornando a Belo Horizonte em 1966, onde passou a escrever colunas esportivas e crônicas. O sucesso na literatura começou com seu primeiro livro, A morte de DJ em Paris, em 1971. Relançado em 1975, bateu recordes de vendas, recebendo o Prêmio Jabuti de autor revelação. Na década de 80, inicia uma nova fase de sua produção literária, com a publicação de Hitler manda lembranças. Seu maior sucesso foi o romance Hilda Furacão, publicado em 1991 e adaptado para a televisão em 1998 numa minissérie de sucesso da Rede Globo. Roberto Drummond também fez um programa esportivo diário na TV Bandeirantes de Belo Horizonte. O escritor era fanático torcedor do Clube Atlético Mineiro e criou para o clube a famosa frase: Se houver uma camisa branca e preta pendurada num varal, o atleticano torce contra o vento. — Roberto Drummond Morreu vítima de problemas cardíacos, no dia da partida entre Brasil e Inglaterra pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2002. Foi homenageado pela prefeitura de Belo Horizonte com uma estátua de bronze em tamanho real na Praça Diogo de Vasconcelos, na Savassi

    15 Livros
    54 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Roberto Drummond