Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores41
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Discípulo do Diabo - The Devil's Disciple

    Bernard Shaw

    Melhoramentos
    1951
    91 páginas
    3h 2m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    5 avaliações
    Leram6Lendo2Querem32Relendo1Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados32Avaliaram5

    O discípulo do diabo: melodrama - 1897. Peça ambientada em 1777, foi encenada pela primeira vez em Nova York, em 1897. Este foi o primeiro sucesso no Teatro do autor, que ganhou ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1925 (muito embora tenha relutado em aceitá-lo).

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 5
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas20%
    • 3 estrelas60%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    George Bernard Shaw profile picture

    George Bernard Shaw

    George Bernard Shaw foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. É autor de comédias satíricas que traduziram seu espírito irreverente e inconformista. Filho de uma tradicional - mas empobrecida - família protestante, foi de início instruído por um tio, mas rejeitou a educação escolar e aos 16 anos empregou-se em um escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às freqüentes visitas à National Gallery da Irlanda. Decidido a se tornar escritor, foi morar em Londres em 1876, porém por mais de dez anos seus romances foram recusados por todos os editores da cidade, assim como a maior parte dos artigos enviados à imprensa. Tornou-se vegetariano, socialista, orador brilhante, polemista e fez as primeiras tentativas como dramaturgo. Em 1885 conseguiu um trabalho fixo na imprensa e, durante quase uma década, escreveu resenhas literárias, críticas de arte e brilhantes colunas musicais. Sua atividade literária, em especial a produção teatral, foi uma seqüência de sucessos; destacou-se também na crítica literária, teatral e musical, na defesa do socialismo, criação de panfletos, ensaios sobre assuntos políticos, econômicos e sociais, sendo ainda um prolífico epistológrafo. Como crítico de teatro da Saturday Review (1895), atacou insistentemente a pobreza qualitativa e artística da produção teatral vitoriana. Durante a Primeira Guerra Mundial, interrompeu sua produção teatral e publicou um polêmico panfleto, Common Sense About the War, no qual considerava o Reino Unido, os aliados e os alemães igualmente culpados e reivindicava negociações de paz. Recusou o Nobel de Literatura de 1925 e, em suas últimas peças, intensificou as pesquisas com a linguagem não-realista, simbolista e tragicômica. Por cinco anos deixou de escrever para o teatro e dedicou-se ao preparo e publicação da edição de suas obras escolhidas (1930-1938), e ao tratado político The Intelligent Woman's Guide to Socialism and Capitalism (1928). A sua correspondência também foi publicada, destacando-se a troca de cartas com o escritor H. G. Wells.

    26 Livros
    36 Seguidores

    George Bernard Shaw