"Nestor Moreira morreu. O Coice de Mula está vivo. Passados 56 anos, entre golpes, contragolpes, ditaduras e bonapartismos, mantém-se o mesmo desrepeito aos jornalistas e ao jornalismo. Repórteres raramente saem das redações, as notícias vão até eles. Ir a delegacias e cárceres está fora de moda, ver a realidade é trabalhoso. Dramas e tragédias têm vida curta, o marketing quer jornais e jornalistas distraídos, descontraídos, desconectados. Nestor Moreira gostava de tomar algumas biritas, mas acreditava que a sua era a última profissão romântica. Seu assassino, o Coice de Mula, ganhou a parada." Alberto Dines, jornalista, escritor e editor do Observatório da Imprensa. "Ao narrar a agonia e morte de Nestor Moreira, Roberto Sander trata de período crucial da República. Com rigor histórico e narração vibrante, o autor percorre o pano de fundo dos episódios que culminaram no suicídio de Getúlio Vargas." Lucia Hippolito, jornalista e cientista política. "O assassinato de Nestor Moreira detonou um dos mais impressionantes movimentos de repúdio à violência policial no Brasil. Roberto Sander mostra esse momento da vida nacional com o rigor de pesquisa histórica e estilo límpido, que faz da leitura um grande prazer." Maurício Azêdo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).