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    The Longest Day -

    Cornelius Ryan

    Simon & Schuster
    1994
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-13: 9780671890919
    4.3
    281 avaliações
    Leram426Lendo27Querem318Relendo2Abandonos13Resenhas14
    Favoritos0Desejados318Avaliaram281

    A true classic of World War II history, The Longest Day tells the story of the massive Allied invasion of Normandy on June 6, 1944. Journalist Cornelius Ryan began working on the book in the mid-1950s, while the memories of the D-day participants were still fresh, and he spent three years interviewing D-day survivors in the United States and Europe. When his book was first published in 1959, it was tremendously successful, establishing many of the legends of D-day that endure in the public's mind. Ryan was enormously skillful at weaving small personal stories into the overall narrative, and he would later use the same technique to depict the airborne invasion of Holland in A Bridge Too Far. Not only is The Longest Day a pleasure to read, but subsequent historians, dutifully noting its accuracy, have relied heavily on Ryan's research for their own accounts. In short, the book is a "must read" for anyone interested in the D-day invasion.

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    Luciana Darce02/08/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fui atrás de O Mais Longo dos Dias logo após ter chegado de viagem ano passado - quando passei um dia perambulando pela Normandia, seus museus e memoriais da Segunda Guerra. As coisas que vi por lá fizeram com que eu me desse conta de quão pouco eu de fato sabia sobre o que tinha acontecido naquele 06 de junho de 1944. Houvera o desembarque, com dezenas de milhares de baixas dos dois lados e os acontecimentos daquele único dia definiram a Segunda Guerra. Mas o que viera antes? E as histórias pessoais dos que tinham estado lá? Porque, em fatos gerais, indivíduos viram apenas estatísticas, e é difícil você se sentir realmente emocionado só com números. Talvez por isso eu tenha me impressionado tanto com o que vi por lá e o que li nesse livro: há uma preocupação em preservar as narrativas, as vidas e perdas do dia D (e da guerra como um todo). Estive em Omaha e Juno Beach, passei de ônibus pelos outros setores; visitei os ninhos de metralhadoras em Point du Hoc e o Cemitério Americano. Com a memória muito vívida de enfiar os pés nas areias daquelas praias, minha experiência de leitura de O Mais Longo dos Dias foi - se tenho de escolher um único adjetivo - ensurdecedora. A escolha dos verbos no presente para a narrativa dão uma impressão de imediatismo, de estar no meio da ação. Citações dadas como diálogo, pensamentos pessoais em cenas curtas e vívidas dão tom de romance à História. Ryan mistura relatos de oficiais graduados, soldados rasos e civis franceses (muitos da resistência), concede pequenos vislumbres dos acontecimentos futuros e se baseia em milhares de entrevistas com combatentes de ambos os lados da guerra. O livro começa no dia 04 de junho, com a apresentação dos atores e a posição de cada um deles. São três partes: “a espera”, “a noite” e “o dia”, e cada uma delas traz uma riqueza de detalhes impressionante. Exemplo clássico de jornalismo literário, Cornelius Ryan consegue aqui unir o interesse humano - os relatos de veteranos que estiveram de fato lá - com a narrativa militar, os fatos notáveis que se sucederam. Tanto era assim que, a cada página que ia devorando, os reveses, as coincidências e as tragédias que se sucederam me angustiavam, como se o desfecho da história me fosse desconhecido - especialmente quando se percebe o quanto do sucesso da Operação Overlord se deu por pura sorte. Ainda me impressiona como praticamene todo o alto comando nazista da Normandia estava indisponível naquela noite e como demoraram para compreender que sim, o que estava acontecendo ali era, de fato, a invasão aliada e não um exercício para despistá-los. Entre soldados desembarcando ao som de gaita de foles, paraquedistas sendo arremessados bem longe de seus alvos, oficiais que não se deixavam abater mesmo com pés quebrados, mil e um problemas de comunicação e cálculo; os aliados deram sua cota do dia em sangue (e em humor involuntário, diga-se de passagem…). Ryan consegue ser justo até com os alemães que conseguiram responder naquelas primeiras horas. Ele fez com que eu tivesse simpatia pelos atos de coragem, pela teimosia e pela inteligência de gente como Rommel (lugar errado na hora errada, mas tudo bem…), Priller e seus dois caças contra uma frota de milhares de navios, e o major Pluskat, arrastando-se por entre bases de comando em meio ao bombardeio, insistindo com o comando-geral que não, aquilo não era um ataque diversionista, estava acontecendo sim a invasão. O Mais Longo dos Dias é um relato épico e muito humano de um dos momentos mais importantes da nossa História. São muitos nomes, muitas ações e muitos detalhes anotados por Ryan, mas a forma como ele estruturou a narrativa consegue prender o leitor, cativá-lo até. Para o volume de informação apresentado, é uma leitura rápida e dinâmica, que merece a classificação de clássico e é uma ótima pedida para entender mais sobre os acontecimentos daquele 06 de junho de 1944.

    16 curtidas

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    Cornelius Ryan

    Ryan nasceu em Dublin. Depois de terminar sua educação, Ryan mudou-se para Londres em 1940 e tornou-se correspondente de guerra do The Daily Telegraph em 1941. Ele inicialmente cobriu a guerra aérea na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, voou em catorze missões de bombardeio com a Oitava Força Aérea e a Nona Força Aérea da guerra europeia. Ele foi transferido para o teatro do Pacífico em 1945 e depois para Jerusalém em 1946. Ryan emigrou para os Estados Unidos em 1947 para trabalhar na revista Time, onde relatou os testes pós-guerra realizados pelos Estados Unidos no Pacífico. Isto foi seguido por trabalhos para outras revistas, incluindo Collier's Weekly e Reader's Digest.

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    Cornelius Ryan