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    A Ilha Perdida (Lost Laysen) -

    Margaret Mitchell

    Record
    1996
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-10: 8501046426
    Português Brasileiro
    3.4
    21 avaliações
    Leram39Lendo3Querem26Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos1Desejados26Avaliaram21

    Uma mulher determinada, que coloca a honra acima de todos os outros sentimentos. Um homem galante e outro de modos rudes, rivais na disputa pelo amor daquela "pequena dama" de atitudes independentes. Um desastre que muda a vida de todos. Qualquer semelhança com "...E o vento levou" não é mera coincidência. Em 1916, ou seja, duas décadas antes do lançamento daquele que se tornaria um dos maiores romances de todos os tempos, Margaret Mitchell escreveu dois cadernos uma história de amor e tragédia que pode ser considerada o embrião de seu grande sucesso literário. O material ficou guardado durante anos com Henry Jr, herdeiro de Henry Love Angel - o maior e mais apaixonado amigo da autora. A existência desses tesouro só veio a público em abril de 1995, quando Debra Freer, perita e pesquisadora independente, confirmou que os documentos eram legítimos. Margaret M.,de fato, havia escrito outro romance. O livro contém esse extraordinário material - as fotos, a correspondência, o romance -, editado pela mesma especialista que constatou sua autenticidade. A história de "A ilha perdida" tem lugar num arquipélago do Pacífico Sul, onde um marujo se apaixona por uma jovem visionária que, por sua vez, é cortejada por um cavalheiro de modos nobres. Mas, ao chegarem na ilha vulcânica de Laysen, uma série de acontecimentos muda radicalmente o rumo de suas vidas.

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    Cristiane Mori picture
    Cristiane Mori22/04/2026Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    22.04.2026

    Como a heroína de E o vento levou, temos uma personagem feminina forte e determinada, Senhorita Ross. O capitão Jim a apresentou ao narrador dessa historia, o marujo Bill, como sendo missionária, com o intuito de doutrinar as crianças e os nativos da ilha Laysen, para onde a embarcação estava indo. É um conto rápido de se ler e, mesmo em meio à tripulação e lutas, a Senhorita Ross marca presença com sua fala e atitude.

    11 curtidas

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    3.4 / 21
    • 5 estrelas10%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas48%
    • 2 estrelas19%
    • 1 estrelas0%
    Margaret Mitchell Marsh profile picture

    Margaret Mitchell Marsh

    Margaret Munnerlyn Mitchell foi uma escritora e jornalista estadunidense. Filha do advogado Eugene Muse Mitchell, diretor da Sociedade de História de Atlanta, e de Mary Isabelle "Maybelle" Stephens, uma sufragista, Margaret cresceu ouvindo histórias sobre a Guerra de Secessão contadas por seus parentes e por veteranos confederados. Obcecada por escrever, conta-se que ainda em criança costumava levantar-se no meio da noite para registrar ideias para histórias e peças teatrais. Todavia, Margaret nunca foi exatamente uma aluna brilhante. Em setembro de 1922, Margaret casou-se com Berrien "Red" Upshaw, ex-jogador de futebol americano e (descobriu-se depois) contrabandista de bebidas. Como os rendimentos do marido não fossem suficientes para a manutenção do casal, mudaram-se para a casa dos Mitchell e ela arranjou um emprego como repórter do "The Atlanta Journal Sunday Magazine", onde um ex-namorado, John R. Marsh, trabalhava como editor. A aproximação profissional com Marsh e o comportamento violento de Upshaw, levaram Margaret a divorciar-se em Outubro de 1924. Em 4 de julho de 1925 (no dia da Independência, como ela é citada dizendo), casou-se com Marsh. O casal foi residir num apartamento térreo da Crescent Avenue, 979, local que Margaret chamava carinhosamente de "The Dump" ("O Depósito"). Poucos meses após o casamento, Margaret teve de afastar-se do jornal por problemas de saúde. Foi durante o período de convalescença que ela começou a escrever a história que a tornaria famosa, "Gone with the wind" ("…E o vento levou"). Em 1929, a maior parte do livro estava terminada e em 1935 a Editora Macmillan adquiriu os direitos de publicação. Lançada em 10 de junho de 1936, a obra tornou-se rapidamente um "best-seller". Em Outubro deste mesmo ano, já havia vendido um milhão de exemplares e os direitos de filmagem foram comprados pelo produtor David O. Selznick pela (na época) elevada soma de US$ 50 000. Em Maio de 1937, o livro Gone with the Wind foi premiado com o Pulitzer. O filme homônimo teve seu lançamento mundial em Atlanta, no dia 15 de dezembro de 1939 e contou com a participação da tímida autora na plateia. Curiosamente, esse seria o único livro que Margaret viria a escrever. Os direitos autorais recebidos pela obra e pela adaptação cinematográfica tornaram-na uma mulher rica, e ela, envolvida com suas atividades de filantropia, decidiu encerrar sua carreira literária.

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    Geórgia, Estados Unidos

    Margaret Mitchell Marsh