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    Os Conjurados -

    Jorge Luis Borges

    Três
    1985
    104 páginas
    3h 28m
    ISBN-9: 811860993
    Português Brasileiro
    3.7
    77 avaliações
    Leram130Lendo3Querem44Relendo0Abandonos2Resenhas2
    Favoritos5Desejados44Avaliaram77

    Em sua última coletânea de poemas, o último sábio sobre a Terra continua fiel a suas pátrias - Sheakspeare, a névoa da cegueira, espadas, reflexos, labirintos, espelhos, Genebra. Mas o habitante principal desses versos tecidos na penumbra é sem dúvida a morte, também um dos temas básicos da sua entrevista publicada na edição anterior de STATUS. "Devemos entrar na morte como quem entra em uma festa", diz Don Jorge. Ele a celebra com poemas. Esta tradução procurou, na medida do possível, não atraiçoá-lo. Em alguns casos, como nas sutilíssimas milongas, os leitores podem e devem deixar-se levar em busca de outras soluções. De qualquer maneira, traduzir Borges foi - e é - uma artimanha da libido. Pepe Escobar.

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    Pedro Delavia picture
    Pedro Delavia18/02/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Literatura

    É assim, ou você Fraga muito de literatura e já leu a maioria dos grandes clássicos ou você não entende nem metade do que se passa nesses versos. Foi o que aconteceu comigo. É preciso ter muita bagagem literária para se entender a que obras, lugares, personagens e autores Borges se refere. Vou precisar ler esse livro num futuro mais calejado.

    4 curtidas

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    Avaliações

    3.7 / 77
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas34%
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    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo