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    After Virtue - A Study in Moral Theory

    Alasdair MacIntyre

    University of Notre Dame Press
    2007
    312 páginas
    10h 24m
    ISBN-13: 9780268035044
    4.2
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    "After Virtue is a striking work. It is clearly written and readable. The nonprofessional will find MacIntyre perspicuous and lively. He stands within the best modern traditions of writing on such matters." --New York Review of Books "MacIntyre's arguments deserve to be taken seriously by anybody who thinks that the mere acceptance of pluralism is not the same thing as democracy, who worries about politicians wishing to give opinions about everything under the sun, and who stops to think of how important Aristotelian ethics have been for centuries." --The Economist When After Virtue first appeared in 1981, it was recognized as a significant and potentially controversial critique of contemporary moral philosophy. Newsweek called it "a stunning new study of ethics by one of the foremost moral philosophers in the English-speaking world." Now, twenty-five years later, the University of Notre Dame Press is pleased to release the third edition of After Virtue, which includes a new prologue "After Virtue after a Quarter of a Century." In this classic work, Alasdair MacIntyre examines the historical and conceptual roots of the idea of virtue, diagnoses the reasons for its absence in personal and public life, and offers a tentative proposal for its recovery. While the individual chapters are wide-ranging, once pieced together they comprise a penetrating and focused argument about the price of modernity. In the Third Edition prologue, MacIntyre revisits the central theses of the book and concludes that although he has learned a great deal and has supplemented and refined his theses and arguments in other works, he has "as yet found no reason for abandoning the major contentions" of this book. He remains "committed to the thesis that it is only from the standpoint of a very different tradition, one whose beliefs and presuppositions were articulated in their classical form by Aristotle, that we can understand both the genesis and the predicament of moral modernity."

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    Adérica Ynis Ferreira Campos01/05/2016Resenhou um livro
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    DIALOGO DIRETO&COPING

    Diálogo direto é uma técnica híbrida de mobilização e captação de recursos na qual se promove simultaneamente aprendizagem e alavancagem na organização. Na colaboração, o objetivo não precisa necessariamente ser o mesmo; a motivação da união da parceria para um trabalho conjunto é auxiliar um ao outro com aquilo que possa levar à consecução de seus próprios objetivos 69. Na cooperação, por sua ênfase no produto, o trabalho está relacionado a um fim comum entre os participantes, ou seja, todos se unem para trabalhar conjuntamente visando a um mesmo objetivo 70. Alavancagem significa passar de um estado vigente para um estado desejado, no qual, de algum modo, cria-se algum tipo de tensão nas relações entre as pessoas de uma organização de trabalho, cujo resultado, espera-se, seja o de agregar valor 71. Para que o comprometimento possa ser construído, tornam-se cada vez mais necessárias condições para o aprendizado individual e coletivo, de tal modo que situações de aprendizagem possam produzir conhecimento para a organização e agregar ou aprimorar competências individuais. A aprendizagem individual, que pode estar fragmentada e desconectada dos propósitos organizacionais, em outras situações, pode estar difundida e compartilhada em outras instâncias da organização. O processo de trazer à tona os modelos mentais individuais, tornando-os explícitos e compartilhados, tende a acelerar a aprendizagem individual. Além disso, a explicitação e o compartilhamento ativo dos modelos mentais expandem a base dos significados partilhados pelas pessoas nas organizações e ampliam de modo significativo a capacidade organizacional para ações efetivas e coordenadas 72. Apesar do grande número de estudos sobre coping, poucos são os que se focalizam no contexto ocupacional, que pode ser avaliado e enfrentado de modos diferentes daqueles usualmente adotados no enfrentamento do estresse da vida em geral 73. O coping é concebido como o conjunto das estratégias utilizadas pelas pessoas para se adaptarem a circunstâncias adversas. A dinamicidade do conceito de coping demonstra ser este um construto multidimensional que envolve estratégias de resolução de problemas cognitivos e comportamentais. Dentre eles, vale destacar o modelo desenvolvido por Latack (1986), e validado no Brasil por Pinheiro, Trocolli e Tamayo (2003), que tem como foco a compreensão do coping ocupacional e procura ampliar a relação entre ação direta e estratégias de regulação da emoção, integrando ações e cognições em uma mesma estratégia 74. O referido modelo apresenta três categorias de coping: controle, esquiva e manejo de sintomas. O controle envolve ações e reavaliações cognitivas proativas, voltadas para a resolução do problema; a esquiva inclui ações e reavaliações cognitivas que envolvem um modo escapista de ver a situação e o manejo de sintomas consiste na adoção de estratégias para lidar com os sintomas relacionados ao estresse no trabalho 75. Folkman e Lazarus (1980) propõem um modelo que divide o coping em duas categorias funcionais: coping focalizado no problema, na administração da situação estressora, e coping focalizado na regulação da emoção 76. ____________ 69 Interação de crenças em contexto colaborativo virtual de aprendizagem de línguas; Bedran e Salomão, 2013 70 Idem 71 Interação humana e gestão: a construção psicossocial das organizações de trabalho ; Zanelli e Narbal, 2008 72 Idem 73 Cultura organizacional, coping e bem-estar subjetivo: um estudo com professores de universidades brasileiras, Helenides Mendonça, Maria Cristina Ferreira, António Caetano, Claudio Vaz Torres, Revista Psicologia: Organizações e Trabalho, 14(2), abr-jun 2014, pp . 230-244 74 Idem 75 Apud 76 O conceito de coping: uma revisão teórica, artigo de Adriane Scomazzon Antoniazzi, Débora Dalbosco DellAglio, Denise Ruschel Bandeira para a revista Estudos de Psicologia, 1998, 273-294

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    Chalmers Alasdair MacIntyre

    Chalmers Alasdair MacIntyre (nascido em 1929) é um filósofo escocês, conhecido principalmente por sua contribuição à moral e à filosofia política, mas também conhecido por seu trabalho na história da filosofia e teologia. Ele é pesquisador sênior do Centro de Estudos Contemporâneos de Aristóteles em Ética e Política (CASEP) na London Metropolitan University , e professor emérito de Filosofia na Universidade de Notre Dame. Durante sua longa carreira acadêmica, ele também lecionou na Brandeis University, Duke University, Universidade Vanderbilt, e da Universidade de Boston.

    8 Livros
    4 Seguidores

    Chalmers Alasdair MacIntyre