Hikaru no Go #13 - A primeira partida profissional

    Yumi Hotta, Takeshi Obata

    JBC
    2011
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-13: 9788577873616
    Português Brasileiro

    Após um duro percurso como insei, Hikaru finalmente conseguiu entrar para o mundo dos profissionais. A sua nova posição foi oficializada ao receber um certificado em uma cerimônia oficial. A partir de agora, começará a corrida dos novatos para subir de dan nas partidas de Ooteai. E para a surpresa e satisfação de Shindo, o primeiro adversário será ninguém menos que o seu rival número 1, Akira Toya. Esta é a oportunidade que ele tanto esperava para mostrar ao gênio mirim o quanto evoluiu como jogador de Go.

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    Pablo Ramon Amorim20/12/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    sai vs koyo toya

    Hikaru conseguiu se tornar profissional de Go e teve sua primeira partida como profissional contra ninguém mais, ninguém menos que o pai de seu auto declarado rival, Kôyô Toya Meijin, na Série Shinshodan, que são partidas de estreia para quem acabou de virar profissional de Go. De tanto insistir, Sai consegue convencer Hikaru a deixá-lo jogar contra o Meijin, mas com uma desvantagem de 15 mokus! Sai abraçou o desafio e fez inúmeras jogadas forçadas para compensar a diferença, mas acabou sendo derrotado. Agora, começaram as partidas de Ooteai, que são disputas para os profissionais subirem de Dan. Hikaru, Waya e Ochi a disputarão. No tempo em que as partidas ocorriam, o Toya Meijin passa mal, precisando se hospitalizar. Sai, preocupa, insiste para Hikaru ir vê-lo. Durante a visita, Hikaru nota que o Meijin está jogando Go pela internet, deixando com uma ideia na cabeça: fazê-lo jogar contra o Sai. O Meijin acaba aceitando depois de uma "certa" condição. O desenrolar da história daqui pra frente se dá todo envolta dessa partida. Em todos os cantos do mundo, os jogadores que não víamos desde que o Sai jogava na internet, a dois anos atrás, retornam. É espantoso como o Obata transmitiu em forma de desenhos a obstinação do Sai nas jogadas contra o Meijin. E o fundo preto só dava um ar mais sinistro, de sobrenatural. Claro, o Sai é um espírito. E é um espírito que, como o Kôyô Toya, está buscando a jogada de Deus.

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