Poema em que é relatado o último dia de vida de Frei Caneca, líder da Revolução de 1817 e um dos chefes da Confederação do Equador, fuzilado no Recife, em janeiro de 1825.
Poema em que é relatado o último dia de vida de Frei Caneca, líder da Revolução de 1817 e um dos chefes da Confederação do Equador, fuzilado no Recife, em janeiro de 1825.

Poeta e diplomata brasileiro cuja obra, caracterizada pelo rigor estético, avessa a confessionalismos e marcada por rimas toantes, inaugurou um novo fazer-se poesia. Irmão do historiador Evaldo Cabral de Melo, primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, foi amigo do pintor Joan Miró e do poeta Joan Brossa. Membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras, foi agraciado com vários prêmios literários, incluindo o prestigiado Prêmio Neustadt de Literatura. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.