Não é preciso ser poeta pra saber que, nas vastidões das gerais, o diabo negro é o carvão; marrom, o demônio do minério de ferro; o súcubo da cal é branco; dourado, o demo do ouro.
Não é preciso ser poeta pra saber que, nas vastidões das gerais, o diabo negro é o carvão; marrom, o demônio do minério de ferro; o súcubo da cal é branco; dourado, o demo do ouro.