Carla gostaria de ter alguém ao seu lado. Um homem que lhe fizesse companhia, dormisse com ela de vez em quando, fossem juntos à praia, ao restaurante, conversassem bobagem - um homem a quem ela pudesse telefonar a qualquer hora para dizer que estava triste, cansada, aborrecida, chateada ou então alegra, feliz da vida, louca para tomar um chope, comer bife com batata frita e passear de mãos dadas no calçadão de Copacabana.