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    Sincero - A história real e bem-humorada de um homem que tentou viver sem mentir

    Jürgen Schmieder

    Verus
    2010
    292 páginas
    9h 44m
    ISBN-13: 9788576861300
    Português Brasileiro
    3.7
    129 avaliações
    Leram208Lendo10Querem159Relendo2Abandonos15Resenhas14
    Favoritos11Desejados159Avaliaram129

    Alguns dizem que não é possível viver sem mentir. Se todo mundo sempre falasse a verdade, teríamos não apenas conflitos, mas possivelmente até a Terceira Guerra Mundial. Outros, porém, como o filósofo Immanuel Kant, consideram a honestidade a mais importante das virtudes. Em uma sociedade que não só tolera como muitas vezes recompensa a mentira, pode um homem sobreviver se disser apenas a verdade? Segundo estudos, mentimos até duzentas vezes por dia – por educação, por diplomacia ou porque é mais fácil. O jornalista Jürgen Schmieder tentou por quarenta dias ser absolutamente sincero, no casamento, na declaração de imposto de renda e até no pôquer com os amigos – e, claro, consigo mesmo. O resultado foram hematomas, noites dormidas no sofá, vários insultos e uma amizade quase perdida. Algumas vezes ele se sentiu livre e corajoso; outras, deprimido e inseguro. Na vida particular e profissional, envolveu-se em situações constrangedoras, mas também divertidas e muito esclarecedoras. Sincero é um livro hilário, que nos leva a refletir sobre as pequenas mentiras que todos nós contamos no dia a dia.

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    Regina Carneiro28/07/2011Resenhou um livro
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    POR QUE ABANDONEI 'SINCERO'?

    POR QUE ABANDONEI SINCERO? Nas primeiras páginas, comecei a desconfiar que não tinha sido uma boa ideia comprar SINCERO. Mas insisti. Porque a ideia do livro me pareceu muito interessante. E disse pra mim mesma: Lerei apenas 15 minutos, cada dia. Lá pela página 80 e pouco, decidi que leria 10 minutos do livro por cada dia que a ele voltasse, significando, portanto, que não haveria de ser todos os dias. Provavelmente aquela mania do autor de contar piadas insossas e se esconder por trás de uma pseudo autodepreciação (quando, na realidade, está mascarando auto-elogios), pudesse melhorar. Ledo engano. Sabe aquela tática de contar histórias onde o contador aparece como meio louco, mas, na realidade, quer mostrar que é um gênio-desligado-muitcho louco, do gênero cuca fresca, inteligente, cara simpático, essas coisas? Pois é. Comecei a ficar entediada. Houve exagero, no uso desse recurso de narrativa. À proporção que avançava a leitura, notei que eu esboçava, de vez em quando, um risinho amarelo, tão insosso quanto as piadas-clichês do autor. Justiça seja feita: Na página 114 consegui até dar uma gargalhadazinha, assim, de chofre. Animei-me. Agora vai, pensei. Eis que, com algum custo, consegui chegar à página 119. Quando comecei a 120, um projeto que sub-reptíciamente se alojara em minha mente ganhou força total: Vou parar de ler esse livro. A decisão foi definitiva quando fui conferir o total de páginas do livro: 292 havia mais páginas pra ler do que eu já lera. Esgotara-se minha tolerância. Como é mesmo aquele botão do Skoob? ABANDONOU. Pois é, foi o primeiro livro que abandonei. Pelo menos vou inaugurar esse botão, porque até então nunca abandonara um livro cuja leitura eu houvesse iniciado. Abandonei o SINCERO. Muito chato. De 17.10 a 02.11.2011.

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