"A escola que era meu santuário...''
Como tudo que é fácil não presta, a vida da mocinha esta só começando a piorar. Agora que virou normalidade ela dar de cara com Alam, ela realmente esta começando a se dar conta que seus sentimentos por eles não são tão simples assim. Além disso, também no pacote vem um Nakaouji bem distante, um Lei chato no seu pé e um Jeile tarado ao seu derredor. Só que tudo piora quando Aili percebe que sua ancestral lhe deixou mais que um espelho de sete pontas e ela acaba se metendo em mais confusão. A partir daí ela meio que ganha o que sempre sonhou, também se envolvendo com o que mais temeu. Amei esse mangá, pois teve a introdução de Razu (meu amor) e uma união maior dos principais. Não tem lá toda aquela enrolação ‘shojistica’ e o que não falta é romance, confusão e coisas engraçadas. Outra coisa mais legal, é o fato da única coisa normal da vida da mocinha, agora virar mais um palco de guerra: sua escola. Da pior maneira, ela se viu envolta de todo o mundo (mágico) de Astell. E isso sob pena de prisão eterna. É mole? Não, não é. Afinal, ainda temos vários lindos rapazes querendo o corpo (nu) da Aili. Sorte? Azar? Macumba? Acho que esse mangá é meu preferido acima do primeiro volume, pois aqui começamos realmente a ver a ação e o romance se desenrolar. Como são apenas quatro volumes, não dá tempo da autora ‘cagar’ a estória. Então, esse mangá é o mais lindo, pois acontece um dos eventos mais importantes (lindo!) e românticos (que eu amo). Bem, continuo recomendado esse mangá demais. Espero que outros possam ler e se apaixonar como eu me apaixonei. P.S.: Já disse que me sinto pedófila nesse mangá? Pois é, me sinto demais.
