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    Black Hole -

    Charles Burns

    Pantheon (October 18, 2005)
    2005
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9780375423802
    4.1
    86 avaliações
    Leram124Lendo4Querem54Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos15Desejados54Avaliaram86

    The prodigiously talented Burns hit the comics scene in the '80s via Raw magazine, wielding razor-sharp, ironic-retro graphics. Over the years his work has developed a horrific subtext perpetually lurking beneath the mundane suburban surface. In the dense, unnerving Black Hole,Burns combines realism—never a concern for him before—and an almost convulsive surrealism. The setting is Seattle during the early '70s. A sexually transmitted disease, the "bug," is spreading among teenagers. Those who get it develop bizarre mutations—sometimes subtle, like a tiny mouth at the base of one boy's neck, and sometimes obvious and grotesque. The most visibly deformed victims end up living as homeless campers in the woods, venturing into the streets only when they have to, shunned by normal society. The story follows two teens, Keith and Chris, as they get the bug. Their dreams and hallucinations—made of deeply disturbing symbolism merging sexuality and sickness—are a key part of the tale. The AIDS metaphor is obvious, but the bug also amplifies already existing teen emotions and the wrenching changes of puberty. Burns's art is inhumanly precise, and he makes ordinary scenes as creepy as his nightmare visions of a world where intimacy means a life worse than death. - Publishers Weekly.

    Resenhas (3)Ver mais
    Soraia Sumie picture
    Soraia Sumie16/09/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    De longe uma das HQs mais esquisitas que já li. Inicia já com o bonde andando. O que a gente entende é que doenças inexplicáveis e repulsivas começam a aparecer nos corpos dos jovens que tem relação sexual e em cada um acaba se manifestando de uma forma diferente. Tipo o quê? Uma boca, com direito a dentes e que fala ainda por cima no pescoço de um; um rabo em outra; perebas pelo corpo de outro e por aí vai. Em nenhum momento isso é explicado e é dado como normal, algo que já faz parte da vida desses jovens. A narrativa não é linear e os traços não ajudam muito a diferenciar um personagem do outro, o que pode confundir um pouco a leitura. A conclusão que eu tirei é de que a doença representa na verdade a “teenage angst”, só que aqui ela é exposta e julgada por todos. Mas aí é uma interpretação. Não senti uma conclusão para a história, apesar de achar que é essa a ideia mesmo. Mas fica aquele vazio no final, uma sensação de que faltou algo.

    1 curtida

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    Avaliações

    4.1 / 86
    • 5 estrelas44%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas23%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas2%
    Charles Burns profile picture

    Charles Burns

    Charles Burns nasceu em 1955 em Washington, D.C., e cresceu em Seattle durante os anos 1970. Sua obra começou a aparecer e a se destacar na revista Raw, de Art Spiegelman, em meados dos anos 1980, seguida por uma variedade de quadrinhos e projetos, de colaborações para revistas de HQs como Métal Hurlant, Frigidaire, El Víbora e Schwermetall, à capas para os álbuns de Iggy Pop e para publicações como Esquire, New Yorker, New York Times Magazine, Time e The Believer. Black Hole foi publicado originalmente de forma seriada em doze edições pela Kitchen Sink Press e pela Fantagraphics entre 1993 e 2004, e reunida em volume único pela Pantheon em 2005, para aclamação mundial. Em 2007, Burns contribui para antologia animada de horror Peur(s) du noir (Medo(s) do escuro), ao lado de nomes como Lorenzo Mattotti e Richard McGuire. Deu início a uma nova série em 2010, com X’ed Out, seguida por The Hive (2012) e Sugar Skull (2014), reunidas em Last Look em 2016 e ainda inédita no Brasil.

    31 Livros
    28 Seguidores
    D.C., EUA

    Charles Burns