O livro traz os pressupostos da Filosofia Clínica com base na fenomenologia.
O que mais percebi foi, que apesar de uma estruturação diferente de outras teorias terapêuticas (no caso eles utilizam os conceitos de exames categoriais, estruturas de pensamento e submodos), sua base mostra-se muito semelhantes a várias teorias psicoterápicas, como a Abordagem Centrada na Pessoa, o Psicodrama, a Gestalt, a Psicologia Existencial, etc.
O que talvez mude é que na Filosofia Clínica eles se esforçaram para detalhar o máximo possível a respeito da estrutura do paciente, mas penso que isso é mais negativo do que positivo, pois com alguns pressupostos bem trabalhados já é possível atender uma pessoa e ajudá-la.
Enfim, penso que não acrescenta muita coisa no campo da psicologia, sendo mais uma teoria muito parecida com outras já existentes. E se eu fosse escolher qual delas utilizar, eu prefiro as outras teorias ao invés da filosofia clínica.