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    Hélio Oiticica - Qual é o parangolé?

    Waly Salomão

    Relume-Dumará
    1996
    121 páginas
    4h 2m
    ISBN-10: 8573160683
    Português Brasileiro
    4.6
    7 avaliações
    Leram14Lendo1Querem11Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados11Avaliaram7

    Com linguagem coloquial e comentários absolutamente pessoais, Waly discorre sobre a originalidade da obra do amigo, da invenção de seus "Parangolés" (obras feitas de pano, como vestes, através das quais o artista estimulava a participação do espectador) à temporada passada em Nova York.

    Resenhas (1)Ver mais
    Nádia Camuça picture
    Nádia Camuça30/09/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Experimentar a vida

    Além do legado artístico, neste livro, Waly mostra que seu amigo Hélio - o gás Hélio - deixou um legado existencial, são muitas as passagens marcantes que tirei como insiração não só para a arte, mas para a vida. Um modo de viver solto, malemolente, malandro, sambista. O gás Hélio foi uma figura de enorme importância para mudar os rumos da arte brasileiro,, inquieto, hiper, morreu de hipertensão, como não poderia ter deixado de ser até o fim. "Quer dizer, só a pessoa que tem que prestar contas a um patrão, que é escrava, que é dominada, essa vive na ansiedade demasiada do sucesso ou do temor do fracasso, mas quem não tem esse grilhão, esse peso, está livre para experimentar a vida "

    2 curtidas

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    4.6 / 7
    • 5 estrelas57%
    • 4 estrelas43%
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    Waly Dias Salomão profile picture

    Waly Dias Salomão

    Baiano de Jequié, poeta, letrista, ator eventual, articulador cultural, artista visual, homem público, diretor de espetáculos como Gal fatal - A todo vapor, escreveu nove livros e foi musicado por Caetano, Gil, Macalé, Calcanhoto, Cazuza e Paralamas.

    15 Livros
    21 Seguidores
    Bahia , Brasil

    Waly Dias Salomão