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    COCKPIT -

    Jerzy Kosinski

    ArteNova
    1976
    215 páginas
    7h 10m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    2 avaliações
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    Obra de Jerzy Kosinski.

    Resenhas (1)Ver mais
    Jeca Javali Do Brejo picture
    Jeca Javali Do Brejo30/11/2015Resenhou um livro
    0

    COCKPIT

    O impossível possível. Uma rota qualquer onde você leitor está no comando - dentro de um Cockpit - ou pelo menos o autor tenta colocá-lo durante a leitura. Sem compromisso e desnudado de linha temporal (...Passa por fatos onde a lembrança vivida vai tecendo o enredo deste livro que não podemos chama-lo de romance mas uma cronica pessoal....), Kosinski descreve um roteiro de filmes Hollywoodianos onde as aventuras vividas pela personagem e com um censo critico dentro da média - você leitor - sem considerar o politicamente correto - estas histórias jamais aconteceriam num mundo real em condições normais de pressão, volume e temperatura. O livro coloca em discussão as pessoas que estão no Topo da escalada social urbana setentista. Que [e capaz de fazer um sujeito seguro, alimentado, com dinheiro na conta e vivendo ócio. Situações do cotidiano onde os grupo de riscos são poupados enquanto outros vitimados da mais alta crueldade da personagem. Utiliza da complacência e do sadismo ao mesmo tempo que exige do leitor atento uma autocritica social comportamental. ...."....O livro provavelmente retrate um pouco do perfil da loucura do ator - grifo meu - considerando que o mesmo teve uma vida conturbada e cometeu suicídio. Como Judeu, com experiência da guerra, fala das minorias, no caso especifico deste livro aborda o Ruteno e fala de alguns elementos marcantes da segunda guerra muito superficialmente( talvez motivo pelo qual foi perseguido dentro da sociedade Americana - não basta ser Judeu tem que admitir o holocausto. Humor negro, ácido e sátiro de um carrasco da idade média ou de um cidadão doente mental urbano retorna a infância, aos amantes e incorpora outros papéis para retratar seu sadismo e sempre falando para uma plateia consumida pela sociedade do American Way Life - anestesiada pelo Glamour da vida fácil de um 007 - interior que cada um cultiva dentro de si vai fazer você( leitor) julgar os fatos ocorridos e vivenciados pelo agente secreto Tarden. Mas a vale a pena ler para saber onde o ridículo é o limite... Jeca do Brejo.

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    Jerzy Kosinski profile picture

    Jerzy Kosinski

    Jerzy Kosinski nasceu em Lodz em 1933 com o apelido Lewinkopf. Após a invasão da Polónia pelos alemães em 1939, foi separado dos pais e enviado para a proteção possível de estranhos, partilhando o destino errante de milhares de crianças judias polacas. Com estudos superiores em Sociologia e Ciência Política, uma bolsa da Fundação Ford permitiu-lhe viajar para os Estados Unidos em 1957, onde se estabeleceria. Aprendendo inglês e sobrevivendo como podia, escreveu o livro de ensaios The Future Is Ours, Comrade: Conversations with the Russians sob o pseudónimo Joseph Novak. Em 1965, a edição de The Painted Bird marcaria o início de uma carreira fulgurante no mundo das letras norte-americanas. Das suas obras posteriores podem destacar-se Steps (que venceu o National Book Award de 1969), Being There e The Devil Tree. Transformado numa celebridade, Kosinski conjugava o convívio íntimo com a beautiful people da upper (e lower) Manhattan e Hollywood com o trabalho de professor, novelista, ensaísta, presidente da secção americana do PEN, fotógrafo, argumentista de cinema (adaptando Being There para Peter Sellers, no que viria a ser o último filme deste) e ator (uma intensa encarnação de Grigory Zinoviev no épico de Warren Beatty Reds). Como efeito de uma decadência física acentuada, de uma profunda depressão ou, como escreveu John Corry, por ter sido finalmente apanhado pelos seus fantasmas, Kosinski suicidou-se a 3 de Maio de 1991 em Nova Iorque.

    11 Livros
    4 Seguidores
    Lódzkie - Voivodia de Łódź , Polônia

    Jerzy Kosinski