No dia do meu aniversário -

    André Bogado

    Novo Século
    2011
    280 páginas
    9h 20m
    ISBN-13: 9788576794578
    Português Brasileiro

    Esther foi encontrada morta dentro do seu apartamento, na Alameda Jaú. Seria suicídio ou teria sido assassinada? Tudo indicava que a primeira hipótese era a mais provável, tanto que o inquérito policial foi arquivado. Porém, entram em cena Pinheiro, um promotor aposentado, e seu fiel amigo Serafim. A partir daí tudo muda. A dupla começa as investigações e após algum tempo, Cícero, o porteiro do prédio onde Esther morava, é assassinado em circunstâncias misteriosas. Ao morrer, ele profere suas últimas e enigmáticas palavras: “No dia do meu aniversário”. Qual seria o significado daquela estranha frase? Por que ele teria dito semelhante coisa, se nem mesmo fazia aniversário naquele dia? Por que alguém falaria aquilo antes de morrer? Pinheiro percebe que seu conteúdo é muito importante e que pode levar ao verdadeiro assassino de Esther. No Dia do Meu Aniversário segue a linha do romance policial tradicional, onde as regras são bem definidas e as pistas da investigação são passadas ao longo da história, criando um verdadeiro jogo com o leitor, a quem cabe descobrir o nome do (a) verdadeiro (a) assassino (a) antes da revelação final. Com linguagem clara e uma trama envolvente, No Dia do Meu Aniversário procura resgatar o gosto pela leitura de livros que seduzem pelo seu enredo, criam clima de suspense e levam a um final surpreendente.

    Resenhas (3)Ver mais
    Mônica Marques picture
    Mônica Marques10/03/2021Resenhou um livro
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    Quem matou Esther?

    Uma trama muito boa fundada em cima da investigação criminal de um assassinato, que até então todos acreditavam ser suicidio. A trama se desenrola graças a um investigador iniciante com vasta experiência no universo criminal, haja vista que se encontrava aposentado da antiga carreira de promotor de justiça do estado de São Paulo. O que prende o leitor a trama são as pistas deixadas pelo caminho, as quais levam o interlocutor a acreditar, no meio da leitura, que sabe exatamente quem é o assassino, mas logo no capítulo seguinte esse se vê orientado a questionar suas próprias convicções.

    6 curtidas

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