"Uma peneira, um caixote e duas latas de goibada(...) Duas crianças, duas histórias e muita fantasia fazem desses objetos aparentemente despropositados personagens de um mundo mágico e, ao mesmo tempo, profundamente real".
"Uma peneira, um caixote e duas latas de goibada(...) Duas crianças, duas histórias e muita fantasia fazem desses objetos aparentemente despropositados personagens de um mundo mágico e, ao mesmo tempo, profundamente real".

Atualmente, é considerado o maior ou um dos maiores poetas vivos do Brasil, sendo o mais aclamado atualmente nos círculos literários do seu país. Seu trabalho tem sido publicado em Portugal, onde é um dos poetas contemporâneos brasileiros mais conhecidos, na Espanha e na França. Pertencente, cronologicamente à Geração de 45, mas formalmente ao Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas européias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, dois Prêmios Jabutis. É o mais aclamado poeta brasileiro da contemporaneidade nos meios literários. Enquanto ainda escrevia, Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros.