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    The Naked and the Dead - The greatest novel to come out of WWII

    Norman Mailer

    Panther
    1991
    606 páginas
    20h 12m
    ISBN-1: 0
    4
    3 avaliações
    Leram7Lendo1Querem5Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados5Avaliaram3

    Hailed as one of the finest novels to come out of the Second World War, The Naked and the Dead received unprecedented critical acclaim upon its publication and has since become part of the American canon.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Marcos Augusto picture
    Marcos Augusto12/06/2024Resenhou um livro
    3 (Bom)

    É um romance baseado, em parte, nas experiências do autor como membro do 112º Regimento do Calvário nas Filipinas durante a Segunda Guerra Mundial. Mailer é mais conhecido como jornalista sendo considerado um dos pioneiros do Novo Jornalismo, juntamente com Truman Capote, Hunter S. Thompson, Joan Didion e Gay Talese. O novo jornalismo foi um movimento literário americano das décadas de 1960 e 1970 que ultrapassou os limites do jornalismo tradicional e da escrita de não-ficção. Buscando combinar a pesquisa jornalística com as técnicas de escrita de ficção na reportagem de histórias sobre acontecimentos reais. Os Nus e os Mortos deve ser visto desta perspectiva, uma história real, contada como romance, porém neste caso pendendo mais para a ficção. O romance se passa em Anopopei, uma ilha fictícia localizada no Pacífico Sul. As forças americanas, tentando avançar para as Filipinas, estão a fazer um esforço para expulsar os japoneses. O livro gira em torno de um pelotão. Na primeira seção, “Wave”, os personagens aguardam para receber suas ordens. Um ataque por mar ocorre. Os homens se posicionam em um barco para se aproximarem da costa da invasão. A batalha com os japoneses começa e há troca de tiros. Hennessy, o mais novo membro do pelotão, fica tão assustado que acidentalmente faz suas necessidades nas calças. Em estado de pânico, ele foge de sua trincheira e é morto por uma granada inimiga. No final da primeira seção, a morte de Hennessey abalou muitos dos homens, pois é a primeira morte que eles viram desde que entraram em guerra. Ao longo do livro o pelotão de 13 soldados, vai ter suas vidas individualmente caracterizadas, em detalhes, através de flashbacks que iluminam seus passados. O efeito, aliado as descrições de batalhas é sombrio e pungente.

    5 curtidas

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    Avaliações

    4 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Norman Kingsley Mailer profile picture

    Norman Kingsley Mailer

    Norman Kingsley Mailer, ou apenas Norman Mailer, como é mais conhecido, foi uma das mais importantes consciências críticas dos Estados Unidos. Nascido em uma família de imigrantes judeus de classe média, dedicou-se, a partir de 1939, a estudar engenharia aeronáutica na Universidade de Harvard. Sua paixão, no entanto, sempre foi a literatura. Antes de terminar a formação como engenheiro na Universidade da Sorbonne, em Paris, ele participou dos anos finais da Segunda Guerra Mundial, servindo nas Filipinas e no Japão. Essa experiência lhe permitiu escrever "Os Nus e os Mortos", imediatamente aclamado como um dos principais romances da literatura norte-americana. Famoso aos 25 anos, passou a trabalhar como roteirista em Hollywood. Nesse período, teve vários livros recusados pelas editoras, e as obras que conseguiu publicar não passaram de fracassos. Na década de 1950, começou a colaborar com o jornal "The Village Voice", onde se tornou o polemista agressivo, especialista em analisar as diferentes características dos EUA. Assim, ao lado de Truman Capote e Tom Wolf, Mailer renovou o jornalismo norte-americano, criando o gênero conhecido como jornalismo literário. Em "O Super-Homem vai ao Supermercado", por exemplo, ele acompanha as convenções políticas dos partidos Democrata e Republicano entre 1960 e 1968, narrando com profunda ironia todos os detalhes. Em 1967, a obra "Os Exércitos da Noite", na qual Mailer narra a grande marcha pacifista - ocorrida em Washington nesse mesmo ano - contra a Guerra do Vietnã, ganhou os principais prêmios literários norte-americanos: o Pulitzer, o National Book e o da Universidade de Long Island. Ele voltaria a ganhar o Pulitzer em 1980, agora com uma obra de ficção, o romance "A Canção do Carrasco", baseado na vida do assassino Gary Gilmore. Personagem polêmica, controvertida, odiado pelas feministas, Mailer foi um inestimável provocador, que jamais se cansou de defender os princípios liberais e de olhar seus contemporâneos com amargura. Escreveu 39 livros, reconhecidos pela originalidade e pela crueza da linguagem - dentre eles, onze romances. Jamais escreveu sua autobiografia. "Cada vez que você passa por uma experiência muito intensa, forma-se um cristal na sua personalidade, que projeta reflexos para escrever muitas histórias", ele disse certa vez. E concluiu: "Em uma autobiografía, provavelmente você destrói todos os seus cristais". Romancista, ensaísta e dramaturgo, escrevendo sobre boxe, dialética, drogas, existencialismo, fascismo, sexo, pacifismo, violência, câncer e guerra, paranóia e política, tecnologia e totalitarismo, ou dedicando-se a elaborar a biografia da atriz Marilyn Monroe, Norman Mailer foi um dos principais renovadores da literatura norte-americana do século 20. Fontes: "The New York Times", "El País" e "La Vanguardia".

    28 Livros
    31 Seguidores
    Nova Jérsei, EStados Unidos

    Norman Kingsley Mailer