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Aventuras na História Nº 34 (Junho de 2006) - Da Vinci - O homem do código
Abril
Junho de 2006
Entre as notas históricas, algumas pequenas grandes curiosidades banais: - tipo, a seleção brasileira de futebol ter jogado certa vez com camisa vermelha, em 1917. Pera lá! Homenagem para a Revolução Russa, iniciada naquele ano? Lenha fácil para pensamento de militância esquerdista... Nananinanão! Segundo o texto, foi no II Sulamericano, em que o Brasil enfrentou o Chile e, como ambos usavam uniforme branco, perdemos sorteio e tivemos que escolher às pressas uniforme secundário. Vermelho foi o que encontraram. Ademais, sei lá quando os fatos que ocorriam entre os russos se tornaram notórios para o mundo... Data por data, correlaciono 1917 à fundação da primeira igreja evangélica no meu Amapá (Assembleia de Deus). O texto só não disse o placar no dia em que o Brasil vermelhou... - um exercício imaginativo com o futebol, se as Copas de 1942 e 1946 tivessem sido disputadas... Europa estava detonada, a revista supõem copas no continente americano, onde os sulamericanos tinham tudo para ganhar. O texto destaca o Brasil como potência e faz injustiça com os argentinos, não citados (segundo documentários, tinham excelentes jogadores). Uruguai também não foi citado e sabemos o que deu na primeira Copa pós-guerra... Ah, deixa esse assunto pra lá, perdi o interesse... No "Dito e Feito", duas expressões populares: "Rodar a baiana" teria vindo dos primeiros carnavais nas ruas, quando capoeiristas se vestiam de baianas nos blocos e desciam o cacete em quem se engraçava beliscando o mulherio no trajeto, com saia e tudo... Achei forçado, ainda não estou convencido se de fato essa é a origem. "Cabra da peste". Oche! Sujeito muito homem que botava respeito. "Cabra" era tipo "homem rude"e "peste" porque ocorriam muitas pestes que causavam medo no povo. Então cabra da peste era o sujeito com quem ninguém se metia, com medo. Arriégua! Gostei da explicação. "Leonardo, o homem de todos os códigos" - Reportagem de capa no embalo do lançamento do "código Da Vinci". Muito blá, blá, blá para quem se condiciona a acreditar nessas teorias conspiratórias. Não curti. O filme ainda conferi, mas o livro é uma chatice só! "Páginas Amarelas" com Da Vinci... Pareceu um velho hippie nonsense, sem mostrar sua polida cultura. Muito esquisito, mesmo assim gostava da seção. "Sangue de bruxo" - O texto mais instigante da revista em minha leitura, abordando a morte de Rasputin. Parece um conto sombrio, com o depravado (esse é o significado de seu nome) se levantando e tentando fugir, depois de ter sido dado como morto. A reportagem é interessante porque insere o contexto da história russa, onde o bruxo teve influência também para os desdobramentos do fim do império e início da revolução russa. A sequência da morte foi retratada em forma de história em quadrinhos... Existe uma curiosidade esdrúxula sobre o sujeito, talvez boato, não citada na revista... Finalizando com uma das sugestões de leitura: "Pirâmides - a verdadeira história por trás dos mais antigos monumentos do Egito", de Joyce Tyldesley. Com um nome desse, nem precisa de divagações, né! Título mais do que instigante.
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