A psicose não designa o que pode advir em cada um, em cada uma de nós, na medida em que os desejos são, propriamente falando, loucos? A perversão, com tanta freqüência nomeada para denunciar os efeitos maléficos de um ato pretensamente justo e bom, não define o que é a sexualidade enquanto tal? Quanto à neurose, se ela se perpetua mais do que nunca em sua vertente obsessiva, pode ainda qualificar a histeria na medida em que esta é a subversão das identificações normativas com a feminidade ou a virilidade? Enfim, os testemunhos dos artistas, tais como James Joyce, Marguerite Duras, Camille Claudel, André Gide, Henry de Montherlant, não tem o que ensinar à psicanálise?
Psicose, Perversão, Neurose - A Leitura De Jacques Lacan
Philippe Julien
Companhia de Freud
2009
207 páginas
6h 54m
ISBN-13: 9788577240685
Português Brasileiro
Similares (3)
Ver maisResenhas (2)Ver mais
Estatísticas
Avaliações
3.7 / 17- 5 estrelas29%
- 4 estrelas24%
- 3 estrelas35%
- 2 estrelas12%
- 1 estrelas0%



