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    A Man of the People -

    Chinua Achebe

    Anchor
    1988
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9780385086165
    3.8
    3 avaliações
    Leram3Lendo0Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados7Avaliaram3

    By the renowned author of Things Fall Apart, this novel foreshadows the Nigerian coups of 1966 and shows the color and vivacity as well as the violence and corruption of a society making its own way between the two worlds.

    Resenhas (1)Ver mais
    Hannah Monise picture
    Hannah Monise09/06/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A política nigeriana da década de 1960

    A Man of the People é um livro nigeriano diferente dos que eu já li, pois apresenta uma parte política bem elaborada e imersiva. Não é apenas sobre um povo pobre e a cultura de sua religião e casamentos poligâmicos, mas sobre a política em si, a corruptibilidade de um homem que se diz do povo, mas que de repente começa a usar dinheiro público para enriquecer. Nesse livro, nós vemos o próprio protagonista, Odili, um professor intelectual, inteligente, conhecer um pouco mais da política quando é convidado por um antigo professor a passar um tempo em sua casa numa cidade grande. Esse professor é Ministro da Cultura no atual governo, e que inclusive não conhece o mais famoso autor do país, além de fazer corrupções para poder "realizar" algumas coisas para o povo. Odili, em certo momento, acaba se envolvendo com um partido político recém criado, revolucionário, criado por um antigo colega da faculdade. Com isso, a história vai adentrando ainda mais em um contexto muito interessante, usando como inspiração a revolução que aconteceu no país de verdade. Gostei demais do livro! Foi um belo aprendizado! "A man who has just come in from the rain and dried his body and put on dry clothes is more reluctant to go out again than another who has been indoors all the time." (Página 34) "'If somebody wan make you minister,' said Chief Nanga, coming to my support, 'make you no gree. No be good life'. 'Uneasy lies the head that wears the crown', said Elsie." (Página 57)

    1 curtida

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    Albert Chinualumgu Achebe profile picture

    Albert Chinualumgu Achebe

    Albert Chinualumogu Achebe nasceu em Ogidi no início da década de 1930, 30 anos antes da Nigéria se libertar do domínio colonial britânico. Fez seus estudos básicos em um colégio missionário e, embora educado na cultura ocidental, também foi criado na cultura tradicional Igbo, seu grupo étnico, no sudeste da Nigéria. Quando chegou a universidade, ele renegou o seu nome britânico, Albert, para assumir o seu nome Igbo: Chinualumogu (Chinua abreviado). Sua obra mais conhecida é <i>O mundo se despedaça</i> (em inglês: <i>Things Fall Apart</i>), publicada em 1958, quando ele tinha 28 anos, e que foi traduzida para mais de cinquenta línguas. O romance trata de considerações a respeito dos conflitos entre o governo colonial britânico e a cultura Igbo. Outros destaques da sua carreira literária foram <i>A paz dura pouco, A flecha de Deus</i> e <i>A educação de uma criança sob o protetorado britânico</i>. Ele foi um crítico da maneira como os autores estrangeiros retratavam a África, especialmente no livro <i>O Coração das trevas</i>, de Joseph Conrad. O escritor deixou sua pátria várias vezes para trabalhar como professor nos Estados Unidos e passou a morar definitivamente nesse país em 1990, após sofrer um acidente de carro que o deixou com problemas motores. Ainda assim, lecionava na Universidade de Brown. Mesmo sendo muito respeitado na Nigéria, tanto pela sua obra literária quanto também pelas suas tomadas de posição, Achebe criticava frequentemente os dirigentes nigerianos, pela corrupção e má administração do país, tendo recusado por duas vezes ser condecorado pelas autoridades locais. Em 2007, foi galardoado com o prestigioso Prémio Internacional Man Booker. Em 2012, ele lançou o livro <i>There was a Country: a Pessoal History of Biafra</i>, onde relembrou suas vivências na época do conflito em Biafra e o governo central da Nigéria, quando Achebe desempenhou funções diplomáticas e fez parte do Ministério de Informação de Biafra até o fim da guerra. Achebe morreu em Boston, aos 82 anos, em 21 de março de 2013.

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    86 Seguidores

    Albert Chinualumgu Achebe