Ano- 2.914 D. C. Local- Vila Paraíso, localizada na região sul da mata amazônica População- 2.8 milhões de habitantes Os habitantes deste local paradisíaco eram todos brancos, até mesmo muito brancos, olhos claros e se vestiam elegantemente. Não se notavam negros, pardos, asiáticos, judeus, muçulmanos, homossexuais. Os dirigentes dali apregoavam que tudo aquilo, saúde, paz, ausência de cortiços, favelas, desemprego, etc, era devido a competência dos mesmos. Diziam também que a ausência de doenças era devido ao uso de uma vacina que os livrava de todos os males. Gtúlio, um habitante que era encarregado da distribuição e aplicação da mesma. Aquele era o último dia da aplicação da extraordinária medicação. Este, após vacinar a última pessoa, faria em si mesmo a milagrosa vacina. Inadvertidamente, porém, as ampolas contendo o precioso líquido foram ao chão. Este ficou sem saber o que fazer, pois, sabia que sem a vacinação teria três meses de vida. Uma tremenda depressão o acometeu e sabia que seu fim estava próximo . Nos dias que se seguiram notou uma grande diferença em si mesmo. Queria, porque queria, saber o que realmente se passava naquele Jardim do Éden. Grandes surpresas o esperavam. Começando a ler, não se consegue parar, até um final verdadeiramente surpreendente.