Sinopse: As coisas estão indo de mal a pior para Helen. Depois de ouvir de sua mãe, Daphne, que Helen era filha de Ajax, e assim prima de Lucas, ela decide terminar o romance entre eles. Mas seus sentimentos não mudam. E com as intermináveis e terríveis jornadas pelo Underworld (Submundo) à procura das Fúrias, Helen não sonha mais e consequentemente não descansa. A cada dia se vê mais e mais esgotada. Os únicos momentos que se sentia reconfortada era perto de Lucas, pois mesmo não estando mais namorando, a presença dele era essencial para ela. Mas agora ele se afastou dela, não querendo mais essa relação ambígua entre eles.
Afundando na areia movediça, pronta para se afogar novamente naquele lugar horrível, sem esperanças em sua busca e sentindo-se exausta, ela vê uma luz e mãos fortes a ajudam a sair de lá. A quem elas pertenciam? Será que finalmente ela conseguiria ajuda em suas viagens noturnas? Talvez nem tudo esteja perdido para Helen.
Eu já vou dizendo que amei o livro. Mais do que o primeiro (e eu gostei muito do primeiro). Mas, por mais estranho que pareça, houve três coisas que eu não gostei. E geralmente quando há uma coisa (quanto mais três!) que não me agrade em uma história eu não dou cinco estrelas. Só que não deu para dar uma nota menor pra este. Muito esquisito…
Eu não acho que o que eu vou mencionar abaixo sejam spoilers, mas na dúvida, se não quiser arriscar, não leia.
A primeira coisa: Cassandra. Ou melhor, como eles tratam a garota. Pelo amor de Deus! Ela é só uma garotinha. Tudo bem que tem todo esse negócio das Fates possuírem o corpo dela e ela ficar com aquela aura toda sinistra e assustadora. Mas me deu muita dó ao ver como ela é sozinha em seu sofrimento. Ninguém que realmente a aceitasse e apoiasse de verdade.
Segunda coisa: Jason. WTF? Meu, a atitude dele com a Helen é totalmente irracional. E ninguém dá um soco no nariz dele! Tem uma razão (que pra mim não foi o suficiente) para ele ter seus pitis e piripaques, mas alguém devia ter interferido e Helen devia ter se defendido e Claire devia ter protegido a amiga.
Terceira e última coisa: Helen e Lucas. Eu sei, eu sei. Todo aquele papo de serem primos e com todas as lendas com incesto que terminam mal e blá blá blá. Tem todo aquele problema moral e social, eu saquei. Mas eles são só primos! Não irmãos. Pode ser esquisito pra muitos, mas com os sentimentos que eles têm um pelo outro, não consigo ver como ficar separado pode ajudá-los. Só estão se torturando. Então por que não sofrerem juntos? Pelo menos haverá momentos de felicidade juntos.
Agora vamos falar do que eu gostei.
Daphne. A mãe de Helen é uma dessas personagens que me intrigam, pois eu não consigo sacar qual é a dela de verdade (assim como Blake da série Lux). Ela está a favor ou contra Helen e Lucas? Que está trabalhando por interesses próprios é aparente, mas seus objetivos vão ajudar ou não o casal? E qual é o seu objetivo? Estou muito curiosa para saber mais sobre ela no terceiro livro.
Outra coisa que me fez parar para pensar? Triângulos amorosos. Não sou muito fã deles. Sempre acabo escolhendo pra quem vou torcer já de cara (que geralmente é quem acaba vitorioso na disputa de afeições), e me exaspero com a indecisão da mocinha(o). Mas às vezes acontece de eu ficar em dúvida. E esse triângulo foi um desses casos. Lucas é fofo (ele tem que ser já que é o protagonista e o par destinado de Helen), porém Orion é… *suspiro* Lindo demais (e não estou me referindo apenas à sua aparência, ele é todo lindo). Eu gostei muito da personalidade dele e sua relação com Helen. Os dois na caverna foi muito excitante. E quando temos um vislumbre do passado dele? Fiquei com vontade de abraçá-lo (e olha que eu não abraço qualquer um).
O livro termina quando o circo vai começar a incendiar (sim, o que ocorreu até agora não passara de fogueirinhas). Ele conclui algumas coisas e não acaba naquele tipo “olhou pra trás e viu a arma apontada para sua cabeça…To be continued.”, mas nos deixa super ansiosos para a continuação.
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