Depois de derramar lágrimas de saudade do meu irmão e da minha infância, no livro DENTRO DE MIM, resolvi, instintivamente secá-las, cantando; o que fica evidente na musicalidade dos poemas escritos no livro OCULTO. Verdadeiro cântico, companheiro de solidão e da possibilidade, paradoxal mas real, de ouvir o que o silêncio do sofrimento tinha para me dizer. Desse momento em diante, comecei a sentir pensando ou pensar sentindo e fiz o PRÓPRIO AMOR.
