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    Sunflower -

    Gyula Krúdy

    NYRB Classics
    2007
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9781590171868
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    Gyula Krúdy is a marvelous writer who haunted the taverns of Budapest and lived on its streets while turning out a series of mesmerizing, revelatory novels that are among the masterpieces of modern literature. Krúdy conjures up a world that is entirely his own—dreamy, macabre, comic, and erotic—where urbane sophistication can erupt without warning into passion and madness. In Sunflower young Eveline leaves the city and returns to her country estate to escape the memory of her desperate love for the unscrupulous charmer Kálmán. There she encounters the melancholy Álmos-Dreamer, who is languishing for love of her, and is visited by the bizarre and beautiful Miss Maszkerádi, a woman who is a force of nature. The plot twists and turns; elemental myth mingles with sheer farce: Krúdy brilliantly illuminates the shifting contours and acid colors of the landscape of desire. John Bátki’s outstanding translation of Sunflower is the perfect introduction to the world of Gyula Krúdy, a genius as singular as Robert Walser, Bruno Schulz, or Joseph Roth.

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    Gyula Krúdy

    Autor de uma obra imensa e das mais importantes na Hungria, Gyula Krúdy nasceu em 1878, em Nyíregyháza, no nordeste do país. Publicou o primeiro livro de novelas quando tinha 19 anos e, aos 21, casou-se com a escritora Bella Speigler, seis anos mais velha, com quem teve três filhos. Em 1911, aos 33 anos, já havia publicado mais de quarenta livros. Nesse mesmo ano nascia o personagem mais famoso da literatura húngara: Szindbád. Com A juventude de Szindbád iniciava-se o ciclo de narrativas que se estenderia por duas décadas, compreendendo quase cem episódios agrupados em diversos volumes. Mas foi com A diligência postal vermelha (1913), considerado o seu melhor romance, que Krúdy conquistou a fama. Nos últimos anos de vida, mergulhou no alcoolismo e na doença. Em 1930 recebeu o Baumgarten, o prêmio literário mais importante da Hungria na época. Morreu em 1933, em Budapeste, solitário e quase esquecido por seus contemporâneos. Durante a Segunda Guerra, em 1940, sua obra foi redescoberta e considerada a mais relevante do modernismo húngaro.

    9 Livros
    3 Seguidores

    Gyula Krúdy