Em uma aula sobre o que significa ser cidadão, nossos direitos e deveres, meu professor de sociologia me recomendou este livro depois de começarmos a filosofar sobre política e nosso papel ativo como membros de um coletivo.
O autor escreveu este livro quando seu filho era pequeno, com o intuito de que ele o lesse quando adolescente, mas sem buscar doutrinação ou um manual de como viver, o que seria impossível. É mais um resumo de alguns temas, como liberdade, ética, moral e protagonismo.
Eu gostei muito da maneira como ele parece dialogar e não impor nada, e suas opiniões me agradaram. Focando na questão da liberdade, também compartilho da ideia de que somos responsáveis por todas as nossas ações, independentemente de serem influenciadas por costumes, ordens ou caprichos; o que importa é como lidamos com isso, pois escolher não se importar com as consequências também é uma escolha.
Achei que o autor ilustrou cada tema brilhantemente; adorei as histórias contadas para exemplificar os assuntos, o que torna mais fácil a compreensão quando podemos fazer comparações.
No geral, é um livro para ser refletido enquanto é lido, sobre o que desejamos para nossa vida, o que constituiria uma boa vida e nosso papel para alcançar esses objetivos.
•"Responsabilidade é saber que cada um de meus atos vai me construindo, vai me definindo, vai me inventando. Ao escolher o que quero fazer vou me transformando pouco a pouco. Todas as decisões deixam marcas em mim mesmo antes de deixá-la no mundo que me cerca."