No segundo volume o Batman está em destaque. A ação se inicia em Gotham, onde o herói exerce sua justiça de maneira sombria e violenta. Esse aspecto fica em paralelo à forma de abordagem da Mulher-Maravilha, por isso uma certa antipatia mútua quando se conheceram.
Ra's Ghul continua seus planos de dominação, contando com a ajuda da amazona Artemis e do Bizarro. O cara é sempre extremista e, como aconteceu na primeira parte da série, o Superman tem que lidar com mais uma bomba nuclear. Além do apelo terrorista que tem, o mesmo mostrou também um lado calhorda até então não explorado nas HQs, referente à libido.
Nos destaques estão algumas lutas: breve entre Artemis e Batman (ponto para a amazona) e acirrada entre a Mulher-Maravilha versus Bizarro (a heroína levou a pior de maneira melancólica, escapando da morte pela intervenção do morcego e resgatando suas forças no Poço de Lázaro, onde parece renascer com uma nova disposição para as batalhas - mais furiosa, como estava faltando nessa HQ).
Spoiler total, embora não tenha pretendido isso. O resumo sobrepujou a resenha, acredito, por conta da história não ter instigado a leitura e revelar-se sem algo realmente extraordinário na primeira aliança do trio da DC. A HQ está previsível e monótona. A única ação impactante foi o duelo da Mulher-Maravilha, mas o autor ditou que fosse derrotada sem o primor de guerreira amazona. Não curti.