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    The Great Influenza - The epic story of the deadliest plague in history

    John M. Bary

    Penguin USA
    2005
    546 páginas
    18h 12m
    ISBN-10: 0143036491
    4
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    At the height of WWI, history’s most lethal influenza virus erupted in an army camp in Kansas, moved east with American troops, then exploded, killing as many as 100 million people worldwide. It killed more people in twenty-four months than AIDS killed in twenty-four years, more in a year than the Black Death killed in a century. But this was not the Middle Ages, and 1918 marked the first collision of science and epidemic disease. Magisterial in its breadth of perspective and depth of research and now revised to reflect the growing danger of the avian flu, 'The Great Influenza' is ultimately a tale of triumph amid tragedy, which provides us with a precise and sobering model as we confront the epidemics looming on our own horizon. John M. Barry has written a new afterword for this edition that brings us up to speed on the terrible threat of the avian flu and suggest ways in which we might head off another flu pandemic.

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    Leandro Santana picture
    Leandro Santana26/12/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Grande Gripe : A História da Gripe Espanhola, a Pandemia Mais Mortal de Todos os Tempos - John M. Barry

    Ao ler o título desse livro, a primeira coisa que me vem à cabeça é “espero que esse título se mantenha atual e que a pandemia de Covid-19 não supere as dezenas de milhões de mortos de 100 anos atrás”. O livro é excelente, tanto que conclui a leitura em pouco mais de três dias, ainda no início de 2020. Na época, nem havia edição em português. Trata-se de uma leitura bastante instrutiva, que nos ajuda muito a compreender o comportamento das pessoas em uma pandemia. Abaixo alguns trechos: “Pois se há uma única lição dominante de 1918, é que os governos precisam dizer a verdade em uma crise.” “Portanto, os problemas apresentados por uma pandemia são, obviamente, imensos. Mas o maior problema está na relação entre os governos e a verdade.” “Mas enquanto as autoridades garantiam às pessoas que se tratava de influenza, apenas influenza, nada diferente do comum “la grippe”, pelo menos algumas pessoas devem ter acreditado nelas, pelo menos algumas pessoas devem ter se exposto ao vírus de maneiras que não fariam de outra forma, e pelo menos algumas dessas pessoas devem ter morrido, caso contrário, teriam sobrevivido [...] É impossível quantificar quantas mortes essas mentiras causaram”. “Outros se convenceram que um tratamento curava independentemente dos resultados. Um médico de Montana relatou sobre seu tratamento experimental: ‘Os resultados têm sido favoráveis’. Ele tentou o tratamento em seis pessoas; dois morreram. Mesmo assim, ele insistiu: ‘Nos quatro casos que se recuperaram, os resultados foram imediatos e certos’”.

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