Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores4
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Brefáias & Burundangas do folclore sergipano -

    José de Carvalho Déda

    J. Andrade
    2008
    296 páginas
    9h 52m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    5
    2 avaliações
    Leram1Lendo0Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados3Avaliaram2

    Brefáias e Burundangas é composto por 36 (trinta e seis) entradas de assuntos. O material enfeixado pelo folclorista transita no plano das crenças e superstições (a reza da cabra preta, as “promessas”, a figura do diabo, as Luzernas, o lobisomem, as encomendações das almas, ...); no dos usos e costumes (os velórios, os apelidos, os juramentos, as épocas e as datas, preconceitos de honra, modéstias e exageros, ...); no da linguagem popular (as vozes dos animais, provérbios, linguagem dos caminhões, ...); no plano da lúdica (o reisado, o parafuso, as argolinhas, o quebra-pote, o pau de sebo, o “judas”, o “casamento de cavalo”, o folguedo de São Gonçalo, a víspora, os “trancalínguas”, o “gato e o rato”, ...); no das artes e das técnicas (remédios, “batalhões” ou “trabalhadas”, caçadas e armadilhas, ...); no da música (trovas, repentes e desafios); no da literatura oral (o burro carregado de louça, a mulher do piolho, o papa-hóstia e a freguesona, uma estória de formiga, o milho de “Bita”, a sogra de Cristo, as galinhas do vigário, etc.). A obra de Carvalho Déda é uma miríade de usos e costumes do nosso povo. Alguns deles até desaparecidos. É o caso da Festa do Barricão, assim descrita por Carvalho Déda: “puxando um desordenado préstito pelas ruas da localidade, ia uma carroça com uma enorme barrica, dentro da qual um mascarado, em trajes femininos, cantava versos alusivos ao celibato, que eram respondidos, em coro, pelos acompanhantes ao som da sanfona e reco-reco. Ao passar por uma casa [onde] havia uma solteirona, o carro parava e o mascarado do barricão se exibia com exagero, fingindo um angustioso pranto de vitalina.” (p. 119). A Festa do Barricão, muito em voga no interior de Sergipe até o final do século XIX e início do XX, teria sido relegada, segundo o autor, devido às irreverências das cantorias que feriam a sensibilidade das vitalinas, criando casos de polícia.

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 2
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%