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    A moeda de ouro que um pato engoliu -

    Cora Coralina

    Global
    2006
    15 páginas
    30m
    ISBN-10: 8526011316
    Português Brasileiro
    3.2
    20 avaliações
    Leram39Lendo15Querem114Relendo5Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados114Avaliaram20

    Nesse conto infantil, o pessoal que mora no Ferreiro vai fazer uma festa e uma comidinha gostosa para um convidado especial. Olhe só a surpresa: o pato engoliu uma moeda de ouro do tempo dos reis do Brasil! Quem vai ficar com ela?

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    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra picture
    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra26/01/2023Resenhou um livro
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    O pessoal que mora no Ferreiro vai fazer uma festa e uma comidinha gostosa para um convidado especial. Olhe só a surpresa: o pato engoliu uma moeda de ouro do tempo dos reis do Brasil! Quem vai ficar com ela? Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

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    Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas profile picture

    Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas

    Chamava-se, de batismo, Ana Lins do Guimarães Peixoto. A reconhecida poetisa nasceu no Estado de Goiás em 20 de agosto de 1889 e morreu em 10 de abril de 1985. Mas, o reconhecimento não veio fácil ou logo. Dizem que chamar Cora Coralina de poetisa é restringir seu talento. Era também contista, cronista de mão cheia e até mesmo jornalista, pois é sabido que tinha imensa habilidade de observar os acontecimentos cotidianos, retratando-os com fidelidade. O dom da escrita a acompanhava desde cedo. Tanto que aos 15 anos de idade, tornou-se Cora, uma maneira de esconder sua verdadeira identidade, pois naquela época “moça direita” não perdia tempo com escritos. Coralina surgiu depois e o significado não poderia ser mais poético: Cora Coralina quer dizer coração vermelho. Da casa dos pais, Ana Lins partiu para São Paulo. Ela e Cantídio Tolentino Brêtas apaixonaram-se e fugiram para Jaboticabal (SP). Teve seis filhos. Lá levou a vida que a maioria dos brasileiros leva, renunciou vontades e sonhos para prover o sustento da família. A escritora saiu de cena, foi impedida de crescer, enquanto a trabalhadora, mãe e esposa assumia os compromissos da vida. Foi costureira, vendedora de livros, comerciante. Mas ainda assim, nunca deixou de escrever e de se empenhar em ajudar, principalmente às mulheres. Ana sugeriu a criação de um partido feminino e escreveu até mesmo um manifesto de agremiação. Depois de viúva, já não havia quem lhe impedisse de se expressar por meio das palavras (dizem que seu marido a impedira de participar da Semana de Arte Moderna de 1922). Aos 70 anos aprendeu a datilografar e, entre retalhos de textos, produziu seu primeiro livro - Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais – aos 75 anos. Em 1976 lançou Meu Livro de Cordel e em 1980, recebeu uma carta de Carlos Drummond de Andrade, repleta de elogios sobre seu trabalho. Foi após a divulgação dessa carta que Cora Coralina tornou-se conhecida no país todo. Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina http://www.senado.gov.br/sf/senado/portaldoservidor/jornal/jornal97/senado_arquivo.aspx

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    Goiás, Brasil

    Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas