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    O Grande Vazio (Coleção Má Companhia) - Diálogos Sobre Política, Sexo, Deus, Boxe, Moral, Mito...

    Norman Mailer

    Companhia das Letras
    2008
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-13: 9788535911725
    Português Brasileiro
    3.6
    14 avaliações
    Leram31Lendo0Querem43Relendo0Abandonos2Resenhas1
    Favoritos1Desejados43Avaliaram14

    “As questões estão na mesa”,diz Norman Mailer, duas vezes ganhador do prêmio esperança de que elas possam levar a percepções mais amplas, que, em contrapartida, trarão questões mais afiadas.” Neste verdadeiro show de inteligência e argúcia que é O grande vazio,Mailer, já com 82 anos, instigado por seu filho John Buffalo, de 27, aborda com seus insights certeiros esse sedutor cardápio de temas centrais e periféricos do mundo contemporâneo, transformando em arte o ato de pensar. É excitante o embate entre o filho, jovem jornalista, dramaturgo e escritor, e seu pai, veterano de seis casamentos e dono de uma vasta obra que inclui romances, relatos jornalísticos e coletâneas de ensaios.

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    Carla Charão picture
    Carla Charão16/06/2009Resenhou um livro
    3 (Bom)

    É bom ...

    traz algumas informações novas ... é uma conversa de pai e filho duas gerações discutindo a politica e outros assuntos e sua funcionalidade nos EUA, pra quem gosta de saber mais sobre o lado de lá é divertido.

    4 curtidas

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    Avaliações

    3.6 / 14
    • 5 estrelas7%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas43%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Norman Kingsley Mailer profile picture

    Norman Kingsley Mailer

    Norman Kingsley Mailer, ou apenas Norman Mailer, como é mais conhecido, foi uma das mais importantes consciências críticas dos Estados Unidos. Nascido em uma família de imigrantes judeus de classe média, dedicou-se, a partir de 1939, a estudar engenharia aeronáutica na Universidade de Harvard. Sua paixão, no entanto, sempre foi a literatura. Antes de terminar a formação como engenheiro na Universidade da Sorbonne, em Paris, ele participou dos anos finais da Segunda Guerra Mundial, servindo nas Filipinas e no Japão. Essa experiência lhe permitiu escrever "Os Nus e os Mortos", imediatamente aclamado como um dos principais romances da literatura norte-americana. Famoso aos 25 anos, passou a trabalhar como roteirista em Hollywood. Nesse período, teve vários livros recusados pelas editoras, e as obras que conseguiu publicar não passaram de fracassos. Na década de 1950, começou a colaborar com o jornal "The Village Voice", onde se tornou o polemista agressivo, especialista em analisar as diferentes características dos EUA. Assim, ao lado de Truman Capote e Tom Wolf, Mailer renovou o jornalismo norte-americano, criando o gênero conhecido como jornalismo literário. Em "O Super-Homem vai ao Supermercado", por exemplo, ele acompanha as convenções políticas dos partidos Democrata e Republicano entre 1960 e 1968, narrando com profunda ironia todos os detalhes. Em 1967, a obra "Os Exércitos da Noite", na qual Mailer narra a grande marcha pacifista - ocorrida em Washington nesse mesmo ano - contra a Guerra do Vietnã, ganhou os principais prêmios literários norte-americanos: o Pulitzer, o National Book e o da Universidade de Long Island. Ele voltaria a ganhar o Pulitzer em 1980, agora com uma obra de ficção, o romance "A Canção do Carrasco", baseado na vida do assassino Gary Gilmore. Personagem polêmica, controvertida, odiado pelas feministas, Mailer foi um inestimável provocador, que jamais se cansou de defender os princípios liberais e de olhar seus contemporâneos com amargura. Escreveu 39 livros, reconhecidos pela originalidade e pela crueza da linguagem - dentre eles, onze romances. Jamais escreveu sua autobiografia. "Cada vez que você passa por uma experiência muito intensa, forma-se um cristal na sua personalidade, que projeta reflexos para escrever muitas histórias", ele disse certa vez. E concluiu: "Em uma autobiografía, provavelmente você destrói todos os seus cristais". Romancista, ensaísta e dramaturgo, escrevendo sobre boxe, dialética, drogas, existencialismo, fascismo, sexo, pacifismo, violência, câncer e guerra, paranóia e política, tecnologia e totalitarismo, ou dedicando-se a elaborar a biografia da atriz Marilyn Monroe, Norman Mailer foi um dos principais renovadores da literatura norte-americana do século 20. Fontes: "The New York Times", "El País" e "La Vanguardia".

    28 Livros
    31 Seguidores
    Nova Jérsei, EStados Unidos

    Norman Kingsley Mailer