Peguei o livro Confusões em Paris pelo Book Tour que a própria autora, Vanessa Sueroz, organizou. Bom, vamos ao que interessa, a resenha :)
O livro conta a história de Patrícia Vasconcelos, mais conhecida como Paty. Uma garota um pouco nerd, estudiosa e correta que vive com um livro à mão. Em um belo dia de dezembro ela acorda em um avião sem ter a menor ideia de como foi parar lá. A que conclusão ela chega? "Fui sequestrada!" Porém, ela está rodeada de rostinhos conhecidos (que passam a ser seu objeto de raiva) seus oito amigos, Gabi, Tainá, Alice, César, Jonas, Samuel, Paulo e Ricardo.
Paty faz um verdadeiro estardalhaço no avião exigindo explicações: como ela foi parar ali? Quem a levou? Como a embarcaram? Então seus amigos contam como armaram esse "sequestro" e informam que ela está em um voo para Paris. Nove adolescentes em Paris, sozinhos sem nenhum pai por perto? Já imaginam o que vai acontecer, certo?
"Como vou me divertir estando a caminho dos piores quatro dias da minha vida? Em quatro dias vão acontecer às piores coisas da minha vida. Meu Deus! Eu fui sequestrada e pelos meus melhores amigos."
A "missão" dessa viagem é fazer com que Paty e Ricardo se entendam. O que parece ser impossível, já que Paty não suporta nem olhar para a cara do Ricardo. Por meio de muitas armações e rezando para os deuses do amor e todo o ar de romance que Paris carrega, seus amigos tentam aproximá-los.
No decorrer da história acompanhamos esses jovens e suas maluquices, seus planos mirabolantes e novos sentimentos surgindo. Recheado de situações engraçadas, Confusões em Paris nos remete aos nossos tempos de adolescencia. Nos faz lembrar de como era bom os tempos de colégio, os amigos e colegas. Para quem já passou por essa fase esse livro vai ser nostalgia pura.
A leitura foi muito descontraída. Pude me divertir bastante e dar boas gargalhadas com essa turminha. A Paty me irritou profundamente em diversos momentos. Sabe aquela pessoa cabeça dura, super correta e dramática? Essa é a Paty. Aos poucos ela começa a se soltar e vemos um outro lado seu, além da rabugenta vingativa.
Como sempre, eu adorei os personagens secundários mais do que a protagonista. Sim, eu tenho um amor especial pelos coadjuvantes. Seus amigos, um mais doido que o outro, conseguiram me cativar. Não vou começar a falar deles por que é capaz de eu não parar mais. Só posso dizer uma coisa: Leiam e façam parte dessa confusão.