Personagens: Rolfe e Leonie
Essa história é muito lindinha!
É um enredo despretensioso, com alguns ingredientes que já conhecemos de outros carnavais. Porém, acho que foi exatamente a simplicidade que me fez gostar dessa história.
Leonie é obrigada pelo rei a se casar com Rolfe com o objetivo de garantir a paz e completar o poderio de Rolfe naquela região.
Mas o que os noivos (que não se conheciam) sabiam sobre o outro era desanimador: segundo as más línguas, Leonie era uma mulher feia estilo bichinho de matar a pedrada e Rolfe, por sua vez, era a própria encarnação do mal, do tipo que mata até a mãe.
Depois de algumas rebeldias, injustiças e contratempos, os dois se casam. E logo constatam que o falatório era uma absoluta invencionice já que Leonie era linda e Rolfe, um homem bom, apenas embrutecido pelas constantes guerras. Devo mencionar que Leonie babou nele quando o viu?
E não foi pouco.
A princípio, a intenção do casal era apenas cumprir as formalidades, sem viverem juntos. Porém, Rolfe se encantou pela esposa e, tal qual um homem das cavernas, obrigou Leonie a ir morar com ele.
Só que havia um grande problema: a ex-amante de Rolfe ainda vivia no castelo e agia como se o caso de ambos não tivesse terminado.
Obviamente, esse era um dos principais motivos que geravam constantes conflitos entre o casal.
Dessa forma, as coisas vão se desenrolando, enrolando e novamente se desenrolando num funesto ciclo de desconfianças e inseguranças, até que Rolfe e Leonie encontram um meio de se acertarem. Mas antes disso, um oceano passa debaixo da ponte.
A cena que Rolfe se embebeda, chega no quarto aos tropeços e se declara para Leonie é uma gracinha!
A história é realmente bonita e vale a pena cada linha lida.
Recomendo!
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