Neste livro a autora faz uma pausa em sua obra de ficção e demonstra que pode também distinguir-se na difícil arte da confidência sem afetação nem sentimentalismo. Tudo aqui gira em torno de um úico centro, tudo se passa num único cenário: "a casa de papel", assim batizada porque a morada de Françoise Mallet-Joris e dos seus se assemelha "àquela casas japonesas tão mal fechadas", onde cada um pode entrar à vontade.
