Resolvi escrever a resenha de Carreira Internacional (244 páginas – Baraúna) no exato momento em que terminei de ler o livro, isso por um motivo bastante simples: eu não sei dizer nesse momento se gostei ou não do livro.
Ele conta a história de Charlie, um paulista que gosta de viver a vida intensamente, gosta de fazer aquilo que quer, e se tiver adrenalina no meio é melhor ainda. Ele é um arquiteto que vive perdendo empregos porque não consegue aguentar os clientes. Neto de um italiano, ao qual ele considera mais pai do que o pai dele. Vive temporariamente com os pais, mas não aguenta que estes se metam em sua vida.
Charlie é o típico malandro, que tem plena certeza que é o ultimo gás da coca.
Acontece que o garoto está entediado da vida e precisando desbaratinar, colocar alguma emoção nisso, antes que acabe ficando louco com a falta de ação. E a aventura vem na forma de tráfico.
Ele vai começar a traficar cocaína, primeiro com um “amigo” que gosta de exibir seus feitos de traficante, mas que não tem muita vocação pra bandido. Depois por conta própria, porque alguém como Charlie não fica dependendo dos outros, quando ele pode ir lá e fazer a coisa bem feita.
Então ele junta com um amigo e vai fazer carreira internacional (trocadilho infame).
O contexto da história é basicamente esse, o tráfico de cocaína.
Veja resenha completa no site:
http://goo.gl/g5C2C