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    Vineland - *Em inglês*

    Thomas Pynchon

    Little Brown
    1990
    384 páginas
    12h 48m
    5
    1 avaliação
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    Pynchon's first novel since the formidable Gravity's Rainbow (1973) more closely resembles his earlier work, especially The Crying of Lot 49 (1966). (In fact Mucho Maas, the ex-husband of Lot 49 's heroine, reappears in the new book.) Vineland, a zone of blessed anarchy in northern California, is the last refuge of hippiedom, a culture devastated by the sobriety epidemic, Reaganomics, and the Tube. Here, in an Orwellian 1984, Zoyd Wheeler and his daughter Prairie search for Prairie's long-lost mother, a Sixties radical who ran off with a narc. Vineland is vintage Pynchon, full of quasi-allegorical characters, elaborate unresolved subplots, corny songs ("Floozy with an Uzi"), movie spoofs (Pee-wee Herman in The Robert Musil Story ), and illicit sex (including a macho variation on the infamous sportscar scene in V. ). Pynchon fans have waited 17 years for this novel, and they won't be disappointed. An essential purchase. - Edward B. St. John, Loyola Law Sch . Lib., Los Angeles

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    Thomas Ruggles Pynchon, Jr. profile picture

    Thomas Ruggles Pynchon, Jr.

    Escritor norte-americano, tido como dos mais originais de seu tempo. Famoso por criar livros longos e complexos - às vezes com centenas de personagens e dezenas de histórias paralelas -, ele é um dos principais expoentes do romance pós-moderno, juntamente com William Gaddis, John Barth, Donald Barthelme, Don Delillo e Paul Auster. Ganhador do National Book Awards, seu nome é constantemente citado como concorrente ao Nobel de Literatura. Em 1988, foi premiado pela Fundação MacArthur. O crítico literário Harold Bloom nomeou Pynchon um dos quatro romancistas anglófonos "canonizáveis" de seu tempo - ao lado de Don DeLillo, Philip Roth e Cormac McCarthy. Sua ficção abrange diversos campos, como física, matemática, química, filosofia, parapsicologia, história, mitologia, ocultismo, música pop, quadrinhos, cinema, drogas e psicologia, unindo-os de maneira picaresca, humorística, absurda, poética e sombria. A preocupação central da obra de Pynchon é explorar a acumulação e a inter-relação entre estes diferentes conhecimentos, que resultariam em uma realidade entrópica tangível apenas pela paranóia. Ele também é conhecido pela reclusão em que vive, o que gerou diversos rumores sobre sua real identidade. Nunca concedeu entrevistas e as únicas fotos conhecidas dele datam de sua juventude.

    34 Livros
    106 Seguidores
    Nova Iorque, EUA

    Thomas Ruggles Pynchon, Jr.