Nothing to Envy - Real Lives in North Korea

    Barbara Demick

    Granta Books
    2009
    314 páginas
    10h 28m
    ISBN-10: 184708141X

    Nothing to Envy follows the lives of six North Koreans over fifteen years—a chaotic period that saw the death of Kim Il-sung, the unchallenged rise to power of his son Kim Jong-il, and the devastation of a far-ranging famine that killed one-fifth of the population. Taking us into a landscape most of us have never before seen, award-winning journalist Barbara Demick brings to life what it means to be living under the most repressive totalitarian regime today—an Orwellian world that is by choice not connected to the Internet, in which radio and television dials are welded to the one government station, and where displays of affection are punished; a police state where informants are rewarded and where an offhand remark can send a person to the gulag for life.

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    Isabela Gesser18/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    "Mas agora ela não podia negar o que a estava encarando claramente: os cães na China comiam melhor do que os médicos da Coréia do Norte".

    Honestamente, a Coréia do Norte me fascina. Eu adoro assistir documentários, filmes e ler livros sobre o país. É loucura pensar que atualmente ainda existe um país tão isolado do resto do mundo. No entanto, mesmo que eu gosto de ler sobre isso, esse tipo de livro pode ser mais difícil de ler devido às explicações detalhada de fatos históricos. 'Nothing to Envy', porém, é contado a partir da perspectiva de pessoas reais que viveram na Coréia do Norte - agora desertores - e suas estórias. Isso fez o livro muito mais fácil e agradável de ler, mas ao mesmo tempo os fatos históricos ainda estavam lá para explicar como as coisas chegaram a esse ponto, o que foi ótimo. Mesmo já tendo lido muito sobre este tópico, este livro me deu novas informações que eu não conhecia, incluindo mais detalhes sobre as dificuldades que os desertores encontram quando chegam na Coréia do Sul. No geral, este foi um livro incrível. "A Coréia do Norte convida paródia. Rimos dos excessos da propaganda e da credulidade do povo. Mas considere que seu doutrinamento começou na infância, durante os dias de quatorze horas passados ​​em creches de fábrica; Que durante os cinquenta anos seguintes, cada canção, filme, artigo de jornal e outdoor foi projetado para deificar Kim Il-sung; Que o país estava hermeticamente fechado para manter fora qualquer coisa que pudesse lançar dúvidas sobre a divindade de Kim Il-sung. Quem poderia resistir?"

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