Muitas fábulas de Esopo foram reescrita por La Fontaine, que costumava embrenhar-se na floresta, onde ficava ouvindo os sons e observando a vida que ali se desenrolava: apreciava o canto dos rouxinóis e dos melros, seguia com interesse o trabalho das formigas, espreitava a lebre desconfiada e a perdiz matreira.

