"Este ensaio não nasceu de repente, nem do acaso. Era uma ideia que há muito cultivávamos, nascida de algumas leituras e meditações sobre o "caso" Chaplin na história do cinema e na história de nossos dias. Em 1956, a convite da Sociedade Cultural Hebraica, pronunciamos em sua sede uma conferência, mais tarde editada em plaqueta. Era a nossa estreia em livro, e apesar de já termos em mente uma série de romances, desde então estabelecemos um compromisso de ordem interior: suprir as deficiências daquele modesto trabalho." Carlos Heitor Cony, trecho de introdução.
