A Guerra das Salamandras - Coleção Argonauta nr 102

    Karel Capek

    [Lisboa] Editorial Livros do Brasil
    1965
    276 páginas
    9h 12m
    ISBN-1: 0
    Português

    A Guerra das Salamandras (1936) de Karel Čapek. Capa: Lima de Freitas '-' O autor da presente obra foi publicado recentemente na Colecção Argonauta: no volume duplo comemorativo do nº 100 ("Os Melhores Contos de Ficção-Científica -- De Júlio Verne aos Astronautas"), se incluíu a peça "R.U.R. -- Comédia utópica em três actos e um prólogo"..." Agora, com a edição de A Guerra das Salamandras, a Argonauta traz até ao leitor português uma verdadeira obra-prima, um autêntico clássico da Literatura Universal. A Guerra das Salamandras é, na verdade, um romance de FC de intensidade rara, de uma subtileza invulgar, que pode sem favor colocar-se lado a lado com as mais altas realizações alcançadas no sector da Ficção-Científica. ==== http://coleccaoargonauta.blogspot.com.br/2011/09/n-102-guerra-das-salamandras.html

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    Raul Grenchi14/02/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Bom

    A Guerra das Salamandras traz uma história aonde é descoberta uma nova espécie de salamandra que são muito inteligentes, e aprendem e evoluem muito rapidamente. A obra nos mostra o quanto a humanidade pode ser gananciosa e exploradora, espremendo ao máximo para tirar tudo que é possível de uma classe que considera inferior. A obra escrita no período entre guerras anteviu as experiências assombrosas que o ser humano pode fazer, e acabou fazendo poucos anos depois durante a segunda guerra mundial. Uma das reflexões mais interessantes do livro é o quanto as diferenciações que a humanidade criou nos prejudica a termos uma hegemonia como espécie, criamos muitas barreiras e separações entres ricos e pobres, castas e classes sociais, cores de pele e religiões. A obra também nos provoca a pensar no tema entre opressor e oprimido e como quem é oprimido acaba querendo se tornar o opressor. É um bom livro, apesar da leitura meio lenta cansativa, recomendo demais a obra do tcheco Karel Capek pelo quanto ela nos faz refletir.

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